Isto de filmes e de livros é coisa de modas. Noutros tempos eram os estilos, as escolas e as correntes. Agora é mesmo uma questão de modas e imperativos consumistas. De repente, depois da temática gótica e de conspirações medievais militares e religiosas, a que não foi alheio o título “O Código Da Vinci”, do fabricante de literatura, Dan Brown e Harry Potter, da fabricante inglesa J.K. Rowling, que encheu prateleiras e escaparates, de repente a moda vira-se para um tema já com barbas, como é o caso dos vampiros e vampirismo. Por isso não admira que o cinema e a TV, mesmo a nossa, apostem no filão e o mesmo suceda com os fabricantes de leitura. É claro que pelo meio outras modas ganharam espaço como os temas de auto-confiança, auto-estima, auto-controlo, etc, como o livro “O Segredo”, de Rhonda Byrne.
Seja como for, sempre que um tema e um livro atingem o sucesso, segue-se uma miríade de variações, mais ou menos copiadas, mais ou menos recalcadas, mais ou menos mais do mesmo.
É assim o nosso mercado de entretenimento audio-visual: De modas mas com poucos modos.
Para desenjoar, nada como ler uma boa cowboyada à moda antiga ou até mesmo uma clássica Vampirela ou até uma Lucifera.
- Anabela Pereira