E pronto, o homem num ápice é considerado o maior, e o professor, mesmo sem exame, considera-o um jogador esperto e o lance que protoganizou foi equiparado à resolução de uma complexa equação matemática, mesmo que porventura não seja capaz de calcular a área do campo onde jogou. Falamos de Ruben Micael, um nome de personagem de novela brasileira ou de cantor pimba, que esteve na base do insólito e ridículo golo com que o F.C. do Porto venceu nesta quarta-feira o Arsenal de Londes, para a Liga dos Campeões.
Só que, como em tudo na vida, a esperteza saloia só tem lugar quando alguém lhe dá crédito e neste caso até com a inédita ajuda, pasme-se… do árbitro.
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- Luis Gama