Neste mundo, regido pelas leis da física e por outras mais terrenas, tudo é relativo e subjectivo. Na boleia deste pensamento, os geeks da nossa praça anseiam pela chegada do CODEBITS como um noivo pelo fim das formalidades e dos protocolos para se enfiar no quarto com a recém-esposa. No fundo, vai dar ao mesmo pois aquilo acaba por se tornar numa espécie de copo-de-água onde se come mais do que pode e deve e onde há mais olhos que barriga.
Será mais uma espécie de encontros de motards no Verão, em Faro, só que aqui as motos são os Vaios e os Macs e não há direito a t´shirt molhada. A ter em conta o que alguns amigos frequentadores contam, aquilo será pouco mais, mas a coisa deve ser importante pois até tem um sítio oficial todo em inglês.
Jà para o Zé da Esquina de Salvaterra de Magos ou para o Manel de Vinhais, a coisa tem menos importância do que um tintol a saber a rolha.
No nosso caso, que nem somos geeks nem o Zé da Esquina, se calhar o que se espera de forma mais terra-a-terra da Sapo, mais do que essas reuniões para Geeks que se conhecem todos como numa roda de amigos das cervejolas, um pretexto para verem, serem vistos e comentados na blogosfera, é que cumpra os serviços contratados. No nosso caso, já vai a caminho de duas semanas sem linha, com um sinal ADSL reles, com muitas dificuldades de ligação e, por sorte, quando liga, com quebras constantes a arreliadoras.
Aos contactos via email a reportar o estado da coisa, o silêncio é a resposta e no telefone é a música. Bem sabemos que para além das péssimas condições da linha, que inclusive não permitem disponibilizar a velocidade contratada, o agravamento decorre de problemas causados por trovoadas, mas é deveras irritante esta ineficácia tanto na resolução como no atendimento e respectivo esclarecimento.
Por tudo isso, seria bom que a Sapo promovesse um Codepits para os consumidores se reunirem num ambiente interessante e com acessoria de meninas com maçãs para no final exprimirem as suas novidades e sugestões, não em código mas em livro de reclamações.