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Hatsune Miko – A cantora virtual

 

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Hatsune Miko, a cantora virtual que junta multidões e enche estádios. Trata-se de uma projecção holográfica 3D que simula uma figura popular do universo manga japonês. A Miko canta, dança, salta e interage com o público e este delira como se estivesse a assitir a um concerto dos U2.

Hatsune Miko foi lançada pela Crypton Future Media usando uma tecnologia do software Vocaloid.

Por este andar, os artistas de carne e osso que se cuidem.

 

- Joana Paiva

The Day After

 

Por dois ou três dias, o país ficou a orbitar em êxtase na gravidade etéria do clássico do futebol nacional, o F.C. do Porto - Benfica, esquecendo tudo e todo o resto.

Terminado o jogo, e logo que as televisões e jornais esgotem o assunto e concluam as dissecações, autópsias e biópsias, o que só acontecerá lá para o meio da semana, o país voltará à realidade das coisas, ou seja, um país mal governado, atolado em crise, a meter água por todos os lados, enfiado num túnel em que o ténue ponto de luz que há pouco se vislumbrava  como uma esperança, algures na extremidade, foi por estes dias extinto por um orçamento que promete mais crise e mais miséria.

Mas os portugueses são bons nesta metamorfose e sempre que há um jogo de futebol desta natureza, ele passa a ser o centro de interesse, o centro do nosso pequeno universo, moldando atitudes e personalidades, absorvendo raivas e rancores.

Para além do desfecho do jogo, que pelos números diz e explica tudo, como uma ampla cesta onde cabe a qualidade individual de um Hulk, que carrega a equipa às costas, onde cabe a qualidade intrínseca do colectivo azul-e-branco e onde cabe o descalabro de uma equipa a anos-luz da qualidade da época transacta, que chegou ao Dragão já com um fosso de 7 pontos, e agravada pelos inventos em cima-do-pé do professor Pardal Jesus.

Ainda o F-C. do Porto não tinha aberto o activo, o que de resto não demoraria, e já se constatava que com as alterações no esquema da equipa, o Benfica estava a jogar com menos um central e com menos um defesa-esquerdo, para além de faltar o Aimar, ausente estando em jogo, e Saviola, que não esteve em jogo. Resumindo, um autêntico harakiri ou mais corriqueiramente, um “baixar as calças”.  Adiante, até porque com 10 pontos, mais 1 do confronto, o campeonato está decidido e só por questões de compromissos a procissão vai continuar  ritmada até ao adro de Maio onde o F.C. do Porto há-de chegar no andor.

Apesar de tudo, importa reflectir no seguinte: Era apenas uma partida de futebol na qual estava em jogo 3 pontos, os mesmos que estariam caso qualquer um dos intervenientes fosse, sem desmérito, o Olhanense ou o Cascalheira F.C. Apesar disso, todo o clima à volta da viagem do Benfica até ao Porto fez-nos transportar a ambientes de guerra e terrorismo, num qualquer Iraque ou Afeganistão e com o clube lisboeta a pernoitar numa cidade açaimada num perímetro de segurança vigiado por um dispositivo policial desmesurado mas necessário.

Este é o nosso futebol que muitos desejam que continue assim, doentio e motivo de divisões, de faccionismos e de bairrismos que colocam o país ao nível de um qualquer gueto de subúrbio. Um país que chuta para canto a gravidade dos indícios de escutas telefónicas que revelam um sistema instalado e frutífero como se em nome da legalidade se deva assobiar para o lado. 

E não se pense que estas coisas só aparecem por ocasião destes jogos e a reboque ou despoletados por "mind games" dos intervenientes; Não. Tenho estado em formação a decorrer no Porto e, nos apartes das aulas e nas conversas de corredor, durante o café ou o almoço, são recorrentes as manifestações desse bairrismo bacoco e provinciano, numa constante alusão aos "mouros", aos FDP de Lisboa e outras bacoradas que só acentuam esse clima que depois há-de enrolar-se como bola-de-neve (ou bolas de  golfe) e dasaguar às portas da cidade ou do estádio. Esta linguagem e esta forma de ser e de se pensar está presente tanto nos formandos como nos formadores e explica-se como a acendalha de outros rastilhos maiores. Face a essa crispação quase doentia, os adeptos do Benfica, mesmo que em maioria, calam-se, obviamente.


É esta a realidade e não será de surpreender que depois as coisas sejam como são e que um jogo de futebol que deveria ser um hino à modalidade e ao desporto se transforme numa batalha irracional, de extremos e de confrontos, do tudo ou nada, do mata-mata, tão inúteis como desnecessários mas, paradoxalmente, preciosos para este país, porque pelo menos têm o condão de fazer esquecer outras alarvidades e incompetências tanto na política como na economia.

 

- Rui Santos Sá

Moita Flores – Cometeu o pecado de abrir uma tasca na blogosfera

 

O Moita Flores, essa figura pública e camaleão mediático, muito mais que um competente presidente da Câmara de Santarém, cometeu a ousadia de abrir um blog pessoal, o Projétil, e logo lhe caíu em cima meia blogosfera tudo porque desde aquele Maio de 2008, num programa da SIC, o "Aqui e Agora", discutindo-se ela própria, a blogosfera, entre muitas virtudes apontadas à mesma, o autarca, comentador, criminalista, escritor, salientou que era também um espaço utilizado por criminosos.
Na altura pareceu-nos uma análise correcta e se calhar até pecava por demasiado optimista e exactamente porque a blogosfera é feita pela mesma massa da vida real.

Logo, para além da "coça" que apanhou um pouco por toda a blogosfera lusitana, o Moita Flores foi “condenado” a não poder ter o seu próprio blog como se estivesse a proibir a raposa de guardar o galinheiro. Agora que cometeu essa ousadia, aí temos novamente uma onda de guardiões da boa blogosfera a dar-lhe mais umas caneladas, sinal de que certos rancores nem o tempo dissolve.
Paradoxalmente, esta intolerância vem precisamente de quem proclama a tolerência como bandeira esvoaçante das garantias e liberdades. Chego assim à conclusão que a tolerância de muitos reside na fórmula simplista do "não me fodas que eu não te fodo" ou então a variante, "quem me foder fodido será".
É nisto que a nossa blogosfera é interessante, nas suas contradições e paradoxos pelo que não surpreende que Moita Flores ao referir-se a criminosos pretendia, afinal, fazê-lo em relação aos tolerantes da nossa praça. Se assim foi, realmente a nossa blogosfera está repleta de criminosos.

 

- Rui Santos Sá (potencial criminoso)

Capelo Rego – A família Low-Tech

 

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A Microsoft Portugal arrancou com o projecto “Família High-Tech Microsoft” com o objectivo de promover toda a sua linha de produtos. A primeira família a ser convidada foi a família Pitta Gouveia para uma nova aventura high-tech que irá assim testar de forma orientada as novas e futuras tecnologias, protagonizando um processo de aceleração tecnológica com vista a medir o impacto das novas tecnologias na sua dinâmica familiar.

Os Pitta Gouveia são a família modelo que irá partilhar com as demais famílias a sua experiência, bem como algumas dicas e conselhos para que outras famílias possam tirar o melhor partido de muitas das tecnologias que já se encontram nos agregados familiares e que nem sempre são exploradas em todo o seu potencial, e ainda dar a conhecer outras tecnologias, muitas das quais disponíveis de forma gratuita.

[fonte]

Sinceramente, não sabemos onde é que a Microsoft estava com a cabecinha para entender que os Pitta Gouveia são uma família modelo portuguesa. Porque pensamos que essa família está longe de representar a tipicidade portuga, conseguimos encontrar os Capelo Rego, que entendemos serem merecedores da distinção da Microsoft, nem que lhe tenha que chamar de Família Low-Tech.

Fica aqui o retrato muito resumido dos Capelo Rego:

Nélinha Pitoca Capelo Rego - Nasceu em 1968, filha de pai incógnito embora se suspeite que fosse o Octáviano, dono da Casa de Pasto "O Rei das Muelas".
Completou a 4ª classe, com muita dificuldade pois até gostava das contas de subtrair mas as de multiplicar e de dividir eram complicadas. Aos 14 anos foi trabalhar para uma fábrica de calçado onde se especializou a aplicar cola nas palmilhas de botas de caçador. Aos 15 abortou mas aos 19 já estava casada a e com um filho nos braços, aos 22, com dois filhos nos braços, aos 24 com três filhos, mas já não os podia ter nos braços e por aí fora até aos cinco filhos incluindo um mulatinho que o marido desconfia não ser dele mas não fez granel porque o subsídio de parto, aleitação e o abono sempre dava uma massa a considerar.

Em 2009 entrou no Programa Novas Oportunidades. Ainda não sabe fazer contas de multiplicar e de dividir mas contou a história da sua vida e disseram-lhe que agora já tem o 9º ano e pode concorrer a concursos para empregada de limpeza ou auxiliar de cantoneiro. Deram-lhe um computador portátil. Ainda deve algumas prestações da internet mas já não dispensa estas novas tecnologias e até se inscreveu no Fórum "O nosso casamento" onde se faz passar por rapariga casadoira a dar palpites sobre quintas, copos-de-água, lua-de-mel nas Caraíbas. Também tem um blog onde, num registo porno-erótico conta o dia-a-dia da sua vida de solteira com o pseudónimo "Pititi".
Actualmente vive num T3 num edifício de Habitação Social e recebe o Rendimento Mínimo e quando não está de volta do computador, cuida mais ou menos dos filhos.

Brazelino "Mãozinhas" Capelo Rego - Nasceu em 1966, no seio de uma família numerosa e carenciada. Fez a 3ª classe  à rasquinha mas em 2009, junto com a Nelinha Pitoca contou a história da sua vida, calculou a área de um quadrado e fez uma tabela no Excel com os gastos em tabaco e cerveja e lá lhe deram o 9º ano.
Actualmente, é verdade que tem orgulhosamente o 9º ano mas isso ainda não lhe abriu portas e continua desempregado depois de há quase 3 anos ter sido despedido por causas legalmente atendíveis na fábrica de vassouras onde trabalhava desde pequenino. Vive do Rendimento Mínimo e de alguns biscates que lhe vão aparecendo quando o cunhado tem fartura de trabalho de trolharia. O Brazelino adora as novas tecnologias. Mexer em computadores, telemóveis, máquinas de tabaco e frigoríficos é com ele.

A família Capelo Rego tem 5 filhos: O Brazelino, o Anastôncio, a Brízida, o Anacleto e a Zuleica, todos em idades escolares. São todos bem mal comportadinhos, incluindo o mulatinho, e têm capacidades de líderes e de dar cabo da paciência aos professores que deles já não fazem farinha. Na escola são temidos e conhecidos como o gang dos Rego. Gostam sobretudo da disciplina de tecnologias e não há quem os bata a dominar o telemóvel. São os reis das mensagens SMS e adoram experimentar os telemóveis e consolar-se com as consolas dos putos mais novos. Adoram desmontar e testar a resistência dos Magalhães.

Têm sido acusados de roubar ou de subtrair alguns desses aparelhos aos putos da escola, mas ainda nada foi provado. São todos espertos e não têm avançado mais no sucesso escolar porque a porradaa que vão dando aos professores e aos colegas não tem ajudado. Apesar disso são entusiastas das novas tecnologias e quando forem grandes querem seguir os passos do Bill Gaitas.

Toda a família Low-Tech ficaria satisfeita com a escolha da Microsoft e se isso acontecesse teriam a oportunidade de ter internet em condições e equipamentos à altura das suas capacidades. Fariam tudo para serem uma família exemplar para todas as famílias típicas portuguesas. A sua experiência e dinâmica diárias com as tecnologias da Microsoft poderiam ser frutuosas para o desenvolvimento do futuro de aplicações robustas, resistentes a pancada, quedas, impactos, infiltrações, etc.

Para além de tudo, até pelo facto dos Pitta Gouveia serem uns betinhos, fica aqui esta família bem mais genuina à consideração da Microsoft. Ao jeito do que diria o crítico culinário Auguste Gusteau ao rato Remy no Ratatouille: – Surpreenda-nos!

 

- Rui Santos Sá

100 anos de república das tetas, petas e tretas

 

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Ainda por aí uma febre política e sobretudo mediática à volta do centenário da República, como se a data fosse algo de transcendente na nossa sociedade, como se estivéssemos a celebrar a descoberta de petróleo  na Amareleja ou como se Portugal tivesse conquistado o Mundial de Futebol, ainda por cima com Queiróz.


Antes de mais, confesso que não sou monárquico mas também não serei republicano, pelo menos não me revejo nesta república que foi tomada de forma covarde e que passou pelo igualmente covarde assassínio de quem representava a anterior forma de governo, mas porventura os menos culpados. Não sou, pois, coisa nenhuma.


Desde logo e por isso, nunca consegui ver nesta nossa república  uma solução ou um melhor conceito do que o que vigorou durante os anteriores 700 anos, desde logo porque não encontro vantagens de um regime em relação ao outro e vice-versa. Basta olhar-mos para as actuais monarquias europeias para se constatar muita coisa, desde logo que o Poder está longe de estar concentrado na figura do rei ou raínha, mas no povo, e que por outro lado a forma de república seja um garante do que quer que seja, tanto nos fundamentos de democracia, justiça ou desenvolvimento económico. Quer se queira quer não, Portugal tem sido um rigoroso exemplo de uma república falhada e cujos princípios condutores estão ainda a décadas de se darem minimamente como cumpridos. Os ferrenhos republicanos, os líricos ou os fundamentalistas, os que ainda consideram o Buiça um mártir da causa e lhe exaltam o feito do regicídio, esses certamente não concordarão.


Analisem-se alguns factos: Em 100 anos de república, só os últimos 30 anos conheceram uma democracia, apesar de todas as debilidades da mesma; Os primeiros anos da república foram um tempo de trevas, instabilidade política, perseguições à la Afonso Costa e comparsas, confusão e convulsão militares, revolta e instabilidade social e económica, enfim uma autêntica anarquia própria do resultado de um desejo de mudança que não era generalizado mas apenas sectorial, como um implante que infeccionou e foi rejeitado.

A propósito da adesão do povo à causa da república, disse então João Chagas, figura de destaque da causa: “A República faz-se em Lisboa e comunica-se ao país por telégrafo”. França Borges, foi mais incisivo e expressou o ideal republicano de então: “O povo irá para onde o mandarem ir”.

Em 100 anos de república tivemos 71 governos com uma média de 16 meses de vigência resultando daí toda a instabilidade associada nos diferentes níveis. Após 100 anos de república, 10 de anarquia, 60 de ditadura e 30 de democracia o país continua na cauda da Europa e bem abaixo de países onde ainda prevalecem as monarquias, nem valendo a pena dar exemplos.


Em 1880, por alturas do Ultimato Inglês, o PIB per capita no nosso país era de 50% do PIB per capita na Europa (considerada aqui num grupo representativo onde entrem a Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália e Reino Unido). Como consequência do Ultimato Inglês, foi notória a instabilidade política e a contestação sectorial à monarquia e por ela o nosso PIB em 1890 caía para 42% relativamente à referência europeia. Nos primeiros 16 anos da República, a queda do PIB acentuou-se e caíu de 42% em 1910 para 32% em 1926.

Em toda a história portuguesa, e dos dados estatísticos conhecidos, nunca Portugal viveu um período tão miserável como nessa década e meia de república desvairada e anárquica e que demonstrou estar longe do que realmente o país precisava rumo ao progresso. Paradoxalmente, a recuperação económica surgiu com o Estado Novo, que conduziu à ditadura salazarista até 1974, e que à data da revolução, mesmo apesar do enorme e inútil esforço da guerra no ultramar, o PIB tinha recuperado de 32% para 60%, o que não deixa de ser notável até porque nesse período foi o país da tal Europa que mais cresceu.


Estes dados valem o que valem, e valem muito sob um ponto de vista da compreensão das virtudes da nossa república, mas a verdade é que nestes 100 anos nunca mostrou ter valido a pena a alteração brusca arrancada em 1910 ou uns anos antes aquando do regicídio.
É esta república convulsiva, controversa e em muitos aspectos inconsequente que eu não abraço mas que uma grande parte do país está a comemorar e a exaltar.


Mais do que os regimes ou formas de governo, os países precisam é de homens com H grande que sejam capazes de dirigir com competência as sociedades e pautados apenas pelo interesse comum. Ora isso nunca aconteceu de forma plena e por isso decorridos 100 anos de república e quase 40 de democracia, Portugal continue na traseira da Europa e continue mergulhado em crise constante, apenas salpicado por curtos períodos de aparente sucesso mas que rapidamente se desvanecem como castelos de areia ao beijar da primeira onda.

Por isso, a dias da data maior da comemoração do centenário, não deixa de ser perverso ou sintomático que tenham decorridos poucos dias após o anúncio de um pacote de medidas de austeridade extrema pela voz de Sócrates, um professo republicano. É esta a república que estamos a festejar? É este o modelo ideal?

Resumindo, esta é apenas uma república das bananas que tem perpetuado governantes  e políticos de um modo geral incompetentes, ou, se quisermos, competentes a governaram-se enquanto que o povo, já sem rei ainda continua e vai continuar sem roque.

 

- Rui Santos Sá

TinyPic – Foi-se ou vai-se?

 

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Anda por aí malta super fo..(danada) com o TinyPic, esse fantástico serviço de hospedagem de imagens. Parece que está para dar o peido e o sinal começou com o serviço inactivo durante algum tempo, sem qualquer aviso prévio, deixando milheres de blogs e páginas penduradas.

Entre deixaram um aviso:

We heard from many of our users in regards to these changes and we appreciate your feedback. Tinypic has restored linking to your images and enabled uploading. Please rest assured no content was removed from the site. We tried to notify users on Tinypic and requested they move their content to Photobucket. Unfortunately this messaging was insufficient and has taken many of our users by surprise and we apologize. Our intent was to begin combining some of the best features of Tinypic and Photobucket, thereby offering users a better experience. Any changes in the future will be better communicated. Once again, we apologize for the inconvenience.

 

- Rui Santos Sá

Vão mas é trabalhar….

 

 

(…) Com Manuel Alegre, podemos todos viver nas casinhas de palha que não há lobo mau que lhes chegue o fósforo.    

 

Da esquerda à direita a consideração que nutro pela maioria dos políticos é rigorosamente zero. Tenho dos políticos uma imagem de artistas bem falantes e exímios profissionais na defesa dos seus próprios interesses, diligentes a governarem-se a si próprios. OK, bem sabemos que há excepções mas esses ou essas só confirmam a regra.
Neste contexto depreciativo, que julgo corresponder ao que o grosso dos portugueses com alguma clarividência pensa, qualquer movimento ou acção vinda de um político mexe-me com as tripas e fico logo à rasquinha da barriga.

Tinha acontecido com o projecto de alteração da Constituição por Passos Coelho e aconteceu por estes dias com a tal carta da Edite Estrela, onde preocupadinha, como todas as tias da linha em fim-de-linha, avisa os militantes socialistas para os perigos do lobo mau Cavaco Silva poder vir a papar as capuchinhas vermelhas e os seus lanchinhos. Também Manuel Alegre, os das trovas ao vento, descambou novamente no lombo magro do lobão Cavaco Silva e jurou aos quatro-ventos defender este nosso belo estado social, tendencialmente amigo dos pobrezinhos que levam a vida a coçar os tomates e as esquinas dos bairros sociais. Com Manuel Alegre, podemos todos viver nas casinhas de palha que não há lobo mau que lhes chegue o fósforo. Se algo correr mal, iremos todos viver para a casinha de pedra dos socialistas, à prova de lobo mau vestido de direita.


Eu que, pelos argumentos gerais acima invocados, nem gosto do lobo-mau do Cavaco Silva, acho que ele teve razão ao desculpar-se como sendo um lobo-mauzinho mas suficientemente educado para não responder à carta da Edite Estrela. Penso que se ele não fosse educado e fosse mesmo mauzão teria dito a Edite Estrela, em bom português: - Vá à merda! Mas não disse e isso tranformou-se agora num tabú e os média distraiem-se agora a supor e a pressupor o que é que Cavaco poderia realmente querer dizer à Estrela.


Mas quem é esta senhora, que já teve melhores dias, nomeadamente quando num sorriso plástico nos dava lições de bom português, para se preocupar assim com quem, apesar de tudo, entre um veto ou uma promulgação, exerce um papel de raínha de Inglaterra, visitando, inaugurando e pouco mais? Não será mais lógico e consentâneo com a realidade que nos avisasse dos perigos do desGoverno do seu amigo engenheiro dominical Sócrates e seus camaradas? É preciso ter lata, ó Edite!


Quanto a Alegre, é uma tristeza que entre no discurso típico do menino mau da turma "se eu for...se for eu…comigo isto há-de ser assim, comigo isto há-de ser assado. Ou seja, Alegre quer fazer-nos pensar e mesmo garantir que se ele for presidente podemos estar descansados que neste país nunca ninguém será pobre, nunca niguém deixará de ter saúde e educação, tendencialmente de borla, tendencialmente à custa dos poucos que realmente trabalham neste país de faz-de-conta.


É claro que não me agrada que Cavaco Silva volte a ser presidente, mas era bem feito que o homem os mandasse todos às malvas, ou mesmo à merda, e assim cairiam no ridículo de estarem a falar para o boneco. Resumindo, é patético que se lavrem missivas, profiram discursos, definam-se estratégias e tudo baseado em cenários hipotéticos, por mais plausíveis que sejam porque, admita-se, o homem ainda não anunciou coisa nenhuma. Não há pachorra para estes políticos e o pior é que tudo isto é poeira para disfarçar o real estado da nação porque no fundo, com Alegre ou com Cavaco, vai continuar tudo atolado no lodo.


Vão mas é trabalhar.Todos! Da esquerda à direita e deixem-se de merdas!

 

- Rui Santos Sá

A Playboy portuguesa – Ejaculação precoce

 

A polémica (previsível?) não se fez esperar e a Playboy Entertainment não foi em contemplações: vai rescindir contrato com a edição portuguesa.

Theresa Hennessy, vice-presidente do departamento de relações públicas da Playboy Entertainment, em declarações ao site Gawker, garantiu que a empresa não aprova a capa ou as imagens da sessão fotográfica: «Não teríamos aprovado a publicação, se a tivéssemos visto antecipadamente. Como resultado, vamos rescindir o contrato com Portugal».

(fonte e resto da notícia: Destak)

Era mais que previsível. De tão fraca fraca, adivinhava-se para breve o encerramento da Playboy versão portuguesa. Pelo anúncio das cólicas e contracções da barriga, este desfecho é assim uma espécie de caganeira anunciada e só poderia dar em merda.


É verdade que o anúncio até poderá dar uma volta, um dito por não dito, mas certamente que a posição dos responsáveis pela PBP nunca mais será a mesma.
A ostra estragada que desencadeou este última caganeira, foi uma suposta homenagem ao recente defunto Saramago, e ao seu livro Evangelho Segundo Jesus Cristo. O ensaio, para além de polémico, como se esperava, saíu fraco e ridículo, mesmo numa óptica meramente artística e foi pior o soneto do que a emenda.


Depois de uma série de edições a pender para o rasca, de fazer corar a Gina, uma playboy de caserna e adaptada às investidas seminais dos recrutas, essa sim eficaz na arte e engenho da punheta, os inteligentes da PBP entenderam que depois de trabalhos de amador no elixir da longa vida chamado Photoshop e abundância de silicone nas prateleiras, estava na altura de apimentar a coisa e para isso nada melhor que ir ao baú buscar a velha fórmula de mexer na religião, uma espécie de plano B, sobretudo brincando com os valores tão caros aos milhões de católicos.

De centenas de revistas desfolhadas, em edições prestigiadas como a  Playboy americana a brasileira e outras, nunca se viu tão fraca qualidade nem essa mistura de alhos com bogalhos como nas escassas edições nacionais. A fórmula de sucesso da Playboy é pública e ao contrário de um molho de francesinha, são conhecidos desde há décadas os ingredientes e quantidades certas: Mulheres espectaculares, fotógrafos profissionais e nada de pingarelhos e acessórios desnecessários para além de uns colares ou uns piercings, mesmo que na vagina das girls. Misturar religião, mesmo que com um cristo com ar de palerma como quem está a conter uma ejaculação precoce debaixo da túnica alugada numa loja de adereços carnavalescos, faz tanto sentido na Playboy como um pintelho no meio do esparguete, ou um esparguete escorregadio na pintilheira à hora do minete. Se é esta a ideia de tesão e da arte do incentivo à punheta, os criativos da PBP se lhes dessem mais espaço, ainda nos iriam brindar com outras pérolas.


Mas vai sendo moda, brincar a cobro da tolerância que apesar de tudo se reconhece aos católicos. Seria bem mais interessante que os editores demonstrassem que para além de um pequeno cérebro tinham grandes tomates, brincando, por exemplo, não com as suas mãezinhas, mas com a figura de Maomé. O tanas...afinal quem tem cú tem medo .

Bem, estas coisas são mesmos previsíveis, tão previsíveis como a reacção ao caso de um conhecido e respeitado blogger como um inexperiente ratito que não resiste ao cheiro a chulé de um naco de queijo preso no arame da ratoeira.  É tão fácil brincar com as palavras e os trocadilhos que nada melhor que um assunto destes para darmos largas à provocação aos valores que dizem muito a milhões de pessoas. É assim: De uns esperam-se reacções e de outros erecções, de uns ejaculações e de outros inoculações e não há quem resista ao seguidismo de um hipócrita amém quando a prosa da homilia vai no sentido de se achincalhar e foder os valores dos outros. É nestas alturas que fico fodido de não acertar assim tão à descarada no totoloto.

 

- Rui Santos Sá

Acabou-se o feeling

 

A selecção luso-brasileira chamada Portugal regressa do Mundial de 2010, sacudida pelos nuestros hermanos com um valente pontapé-no-cú ou uma estocada certeira do cappo Villa depois do embalador olé.
Era expectável, previsível e garantido. O futebol não é para medricas e não se compadece com equipas que jogam de início com menos dois ou três jogadores.
Por tudo isto, este desfecho, este regresso, é apenas o culminar lógico de uma campanha de apuramento sofrida e medíocre, uma convocatória repleta de equívocos, pontas soltas mal atadas e jogos mal abordados. Pelo meio, um divertimento chamado Coreia do Norte que só serviu de ilusão e alívio à dor de dentes que vinha incomodando as queixadas da nação.

No resto, os meninos tratados como príncipes, com estadias em hoteis de 10 estrelas, com tudo do bom e do melhor, mesmo em tempo de apertar o cinto, estão já despreocupados em calções estendidos ao sol de outros paraísos. Eduardo a limpar as lágrimas e Ronaldo a aprender o hino na pauta das curvas da russa. É assim o futebol onde uma nação de labregos sofre e entusiasma-se por um grupinho de vedetas que desempenha mediocramente o seu papel.
Custa a crer que Portugal fosse o 3º do ranking FIFA e que Ronaldo tenha sido o melhor futebolista do planeta. Foi apenas um jogador vulgar, que com um treinador de tomates, a jogar como jogou, não teria lugar nem no Caralhense da III Distrital deste nosso Portugal profundo.
Vamos lá dar umas velentes vassouradas nesta federação e tornar a varrer a porcaria acumulada. Acabou-se o feeling. O do Queiróz era apenas o do BES(ta). Poderia ter sido BES(tial) mas andou sempre longe do registo mínimo.
Nova gente, novos jogadores, nova mentalidade. A vida continua, dura e crua. Os jornais e os media, voltam-se para os clubes e o país volta a enfrentar a crise que por semanas esqueceu.

 

- Rui Santos Sá

Mundial de Futebol 2010

 

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O Mundial de Futebol 2010, a decorrer na África do Sul, é um evento ao qual ninguém quer deixar de se associar. Não surpreende, pois, que na Web se econtrem diversas iniciativas e modos de participar e de acompanhar na hora a evolução dos acontecimentos.

Um dos pontos que despertam sempre interesse, são os calendários da prova. De muitos que encontramos, creio que este que aqui indicamos, do jornal espanhol Marca, será porventura o mais original, rápido e funcional. Nos diversos sectores à volta do estádio, por selecção ou por local, é possível aceder de imediato à informação de cada selecção ou grupo.

Interessante.

[Link]

 

- Daniela Souto

MTV Movie Awards – O beijo de Bullock a Scarlett Johansson

 

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Cerimónia dos MTV Movie Awards.

Espectáculo, beijos encenados, incluindo o de Sandra Bullock a Scarlett Johansson, a pedido desta, beijos falados e pouco mais. É assim o espectáculo, o show business. É disto que o povo gosta. É disto que op povo gasta.

[Notícia e galeria de imagens]

31 de Maio é "dia de desistir do Facebook”

 

 

O Facebook tem mexido tanto com as definições de privacidade dos seus utilizadores que há já um movimento para abandonar esta rede social em massa no dia 31 deste mês. À espera de atingir os 400 milhões de utilizadores em Junho, esta rede social tem tido uma política tão cega relativamente aos dados dos seus utilizadores que pode ser fortemente penalizada, assistindo-se aqui e ali algumas desistências pelo caminho.

[link]

Há coisas que pela sua natureza estão condenadas ao fracasso. Esta é seguramente uma delas. Vale o que vale, ou seja, nada. Teria, porventura, mais êxito uma iniciativa que apelasse à desistência mas como resultado de uma consideração prática e objectiva de que o Facebook é apenas uma inutilidade como muitas outras, e da qual, 99,99% não tira dela qualquer proveito.

 

- Valter Mourato

Feira Virtual Sapo Emprego

 

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Está aberta a Feira Virtual Sapo Emprego, 1ª Edição, de 17 a 30 de Maio.

14 empresas - 581  ofertas disponíveis.

Numa altura em que o desemprego continua a subir, estas iniciativas são sempre bem-vindas. Infelizmente, não será de estranhar que uma grande parte destas ofertas, para muitos candidatos, não passem de lugares virtuais.

 

- Daniela Souto

Cupidtino – É um desatino!

 

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Está anunciado para Junho, o Cupidtino, sítio de encontro dos fans da Apple. Para aqueles que teimam em dizer que a Apple é apenas uma moda, então aí está mais uma motivo para “desatinarem”. O espaço promete que os utilizadores Apple, para além das máquinas que os unem, mostrem mais pontos de interesse, ideias e personalidades.

Ok! Pode ser elitista, mas pronto, é Apple e afinal muitos Applers primam sobretudo pela diferença. Gostos…e estes não se discutem.

Cupidtino is a beautiful new dating site created for fans of Apple products by fans of Apple products! Why? Diehard Mac & Apple fans often have a lot in common – personalities, creative professions, a similar sense of style and aesthetics, taste, and of course a love for technology. We believe these are enough reasons for two people to meet and fall in love, and so we created the first Mac-inspired dating site to help you find other Machearts around you.
Cupidtino will launch in June 2010 exclusively on Apple platforms – Safari, iPhone and iPad apps. It’s time to share the love.

 

- Anabela Pereira

Blogosfera benfiquista

 

Para quem acompanha a actualidade futebolística nacional, sabe que depois da derrota de Domingo, frente ao F.C. do Porto, por 3-1, o Benfica espera agora a derradeira jornada, frente ao Rio Ave, para tentar carimbar a supremacia que ostentou em grande parte do campeonato e confirmar o primeiro lugar da prova e vencer o seu 32º título.
O Sp. de Braga, à custa de um golo muito muito suspeito com o Paços de Ferreira (frangalhada acompanhada de fora-de-jogo) não desarma e com um discurso próprio de quem só depende dele próprio, mantém as legítimas esperanças  em chegar ainda em primeiro à meta final, mesmo que para isso tenha que vencer fora o Nacional da Madeira (que tem algumas aspirações no 5º lugar europeu) e esperar que o Benfica perca com o Rio Ave. Em futebol nada é impossível mas de difícil conjugação, mesmo com o Benfica coxo da sua ala esquerda, cirurgicamente castrada por Olegário Benquerença no jogo no Dragão. Não surpreende, pois, que os encarnados no próximo jogo de Domingo temam sobretudo a actuação manhosa do árbitro e um Rio Ave tranquilo na classificação mas eventualmente oleado com bons prémios de jogo vindos da concorrência directa e hostil.
Em todo este contexto tem sido interessante seguir alguns blogs benfiquistas, tais como o Tertúlia Benfiquista, o Inferno da Luz, A Luz Intensa, Ser Benfiquista, e outros mais, mais ou menos apaixonados.

 

- Rui Santos Sá

Encontrada a Arca de Noé?

 

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A se confirmar, será talvez a maior descoberta da arqueologia em todos os tempos. Pesquisadores chineses e turcos dizem ter encontrado os restos da bíblica Arca de Noé no Monte Arat, situado no leste da Turquia.

fonte e resto do artigo: link

Nem sempre o que parece é….

 

 

O jornal "Correio da Manhã", na sua edição de Domingo, 28 de Março, "O membro do Conselho de Justiça (CJ) da FPF responsável pelo acórdão que ditou redução dos castigos a Hulk (de quatro meses para três jogos) e Sapunaru (de seis meses para quatro jogos), Dionísio Alves Correia, confidenciou em Coimbra, a pessoas ligadas ao futebol, que iria confirmar na íntegra a decisão da Comissão Disciplinar (CD) da Liga”.


Ainda segundo o mesmo diário "...o também vice-presidente do CJ afirmou que não havia qualquer hipótese de entender os stewards fora da categoria dos "intervenientes no jogo com acesso ao recinto desportivo" – designação utilizada pelo Regulamento Disciplinar da Liga – e, portanto, a tese de que poderiam ser equiparados a espectadores – apresentada pelo FC Porto no recurso – não era compreensível".

Ou seja: Nem sempre o que parece é; De uma decisão polémica mas supostamente arrebatadora relativamente à interpretação do CD da Liga, afinal parece que a coisa esteve longe de reunir consenso e só um pacto existente no CJ ( onde todas as decisões importantes têm de ter o apoio de todos os conselheiros), produziu um acórdão com ares de unanimidade de génese.

Ao contrário do que muitos pensam, esta decisão só veio provar que as diferentes decisões disciplinares e jurídicas do nosso futebol, mais do que cinjidas a regulamentos e  a decisões independentes, acaba por ser moldada pelos jogos de interesse e influências clubísticas e outras eventualmente mais obscuras. Assim, faz sentido que alguns membros do CJ sejam vistos com frequência de cachecol azul na tribuna presidencial do FC do Porto. Afinal para que servem os amigos?

Outro apontamento: Em todo este tempo que decorreu sobre o caso do túnel na Luz, em todas as declarações à volta da legitimidade ou da justição ou não do castigo aplicado aos dois karatecas do FC Porto, Hulk e Sapunaru, nunca em momento algum vi alguém do lado do dragão a  criticar o aspecto criminoso e reprovável da agressão consumada pelos dois jogadores. É claro que isso não surpreende ou não fosse disso que a casa gasta já desde o tempo do guarda Abel.

É assim o nosso futebol onde ninguém é inocente, mas onde uns são mais espertalhaços do que os outros. É claro que em Inglaterra uma agressão a um elemento do público, que nem era steward, o famoso Cantona apanhou pela medida grande e não houve CJ que lhe valesse nem o o próprio clube o encobriu ou desculpabilizou, mas isso foi num país do terceiro mundo. Por cá as coisas são muito nossas, muito mais evoluidas e o castigo de Fernando Mendes, um ex-dragão, pela agressão a um bombeiro, num Estrela da Amadora – F.C. do Porto,  também é coisa do passado e parece que não fez jurisprudência.

Futebolismos lusitanos que vêm ao de cima quando alguém ameaça agitar uma certa predominância como um grão de areia na engrenagem que girava em velocidade cruzeiro.

 

- Rui Santos Sá

O azar de Flavia Zoccari

 

O azar bateu à porta (traseira) da nadadora italiana Flavia Zoccari. O sofisticado fato não resistiu abrindo junto ao traseiro da atleta, que tapando o que podia com a mão, com a outra limpava as lágrimas de infortúnio. Acabou por ser desclassificada.
Conclusão: Na actual web, um acidentezinho ou um pedinho, são elevados a uma grandeza indiscritível e em pouco tempo ecoam estrondosos à escala planetária.

A notícia.

- José Castro

Dá que pensar?

 

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As declarações da ex-ministra da Saúde da Finlândia sobre a Gripe A foram e continuam a ser polémicas. Pode ser especulação. Pode ser. Mas também pode não ser. Pelo menos importa reflectir.

 

- Valter Mourato

Segunda-feira socratiana

 

Numa segunda-feira (a)típica, depois do Benfica ter sido apeado da Taça de Portugal e da montanha de Pinto Monteiro ter parido ratinhos quanto ao assunto das escutas, e Francisco Assis na refrega ter vindo com a teoria da vitimização, quando se esperava que no conceito de “quem não deve não teme” viesse revelar que as escutas iriam ser divulgadas em primeira mão na TVI pela Manuela Moura Guedes readmitida, fica aqui uma piada de email para animar. Não é lá grande coisa mas para uma segunda-feira assim, não está nada mal.

«O PORQUÊ DO  GOVERNO DE SÓCRATES SER IGUAL À CAMISA DE  VÉNUS»

A  explicação:

A  camisa de Vénus permite inflação, impede a produção, destrói a
próxima geração,  protege uma cambada de caralhos e ainda  transmite um sentimento de segurança... enquanto na verdade,   alguém  está a foder alguém!

 

- Rui Santos Sá

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