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Às vezes futebol – S.C. Braga

 

O S.C. de Braga, depois de uma quarta-feira europeia com um jogo sofrível, contra os polacos do Lech Poznan, com uma trave milagrosa a salvar o apuramento no último minuto, voltou a marcar passo no campeonato da Liga, empatando ontem com a Naval 1º de Maio, a zero.
O que é que tem faltado a este S.C. de Braga, comparativamente com o da época transacta? O "colinho"? O favorecimento de arbitragens escandalosas que o empurraram interessadamente para uma disputa mano-a-mano com o Benfica até à última jornada? A perda de alguns jogadores nucleares? O excesso de jogos e equipas menos frescas face aos concorrentes cimeiros?
Estamos em crer que foi um pouco de cada e a equipa minhota ocupa naturalmente o seu lugar a meio da tabela, a 31 pontos do seu principal amigo.
Apesar disso, Domingos Paciência, ainda embalado pela arrogância da época anterior, continua a alimentar um discurso de choramingas, continuando a ver carumas nos olhos das derrotas e empates mas recusando-se a ver traves na forma como vai ganhando, alguns, poucos, jogos.
Por tudo isso, a posição do S.C. de Braga nesta época é exactamente a merecida para uma equipa que caminha coxa e intermitente à falta de bengalas. Com isso perdem os adeptos, que mal habituados não têm tido a fartazana das borlas e dos autocarros do ano passado.

Futebol é isto.

- Entretanto, fica aqui o link para um interessante espaço sobre o futebol e a sua história e intervenientes.

 

- RSS

Então, tchau…. (Nem Mourinho faria melhor)

 

Cães amestrados

Triste e dormente vai um país em que um filho de uma puta sifilítica que trabalha para uma estação de televisão pejada de filhos da puta faz, no final de um jogo transmitido por esse bordel cheio de ratazanas que é a TVI, uma flash interview ao treinador do maior e mais digno clube português em termos ofensivos e acaba a noite com os dentes todos e com a capacidade de se locomover por meios próprios. É só isto.

Adenda

Nem de propósito, uma das prostitutas de maior saída no bordel, aquela ovelha do Luís Sobral, já veio vender escancarar as pernas outra vez no MaisFutebol, outro dos prostíbulos do Grupo, e defender a outra puta (que dá pelo nome artístico de Hugo Cadete). Pelo menos é gente com sentido corporativo.

[ fonte ]

 

De facto, honra lhes seja feita, passe a contundência D´Arcyana, há pessoas que têm o dom e a capacidade de responder “à altura” das “situações”, de forma “curta e grossa”, resumindo de modo objectivo o que a muitos daria para uma detalhada tese de mestrado ou doutoramento com mais ou menos caralhadas politicamente correctas.

Neste caso, não se trata ninguém por doutor, mas as coisas são postas a nú e descobertas as carecas de um certo jornalismo de “faz de conta” onde ardinas e moços de recados fazem fretes disfarçados de jornalistas no uso de uma prepotênciazinha inquisitória do “aqui quem faz as perguntas sou eu” que se esfuma como uma frágil bola de sabão com um sopro na forma de “…Então tachu!”

Nem Mourinho faria melhor.

 

- Rui Santos Sá

Zé Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira deixam o jornal A Bola – Um caso de lápis azul

 

 

A imprensa desportiva da nossa praça, mais concretamente os três jornais de tiragem diárias, há muito que deixaram de ser exercícios plenos de um jornalismo ético e independente e, ao contrário, transformaram-se em pasquins de verdadeiros exercícios que envergonham a génese e fundamentos do JORNALISMO, onde o clubismo e serventilismo há muito que deixaram de ser disfarçados. Tornaram-se numa espécie de “Os três estarolas”.

Sempre olhei com desconfiança esses produtos "confeccionados" sabe-se lá com que mãos e com que higiene. A famosa "escuta" onde um certo Teles telefona para o cozinheiro-mor Pinto a perguntar se o estufado de pato estava em conformidade com as regras do que a casa gastava", foi mais do que suficiente para ver como são confeccionados certos Jogos. Se dúvidas houvesse, foi assim uma espécie de oficialização pública do estatuto de um jornal diligente que vive de e para um clube, uma espécie de “voz do dono”.


Neste triunvirato de fraquinho jornalismo, o jornal A Bola, apesar de ser conotado com o S.L. Benfica, eventualmente por quem pretendia legitimar e equilibrar o acerrado clubismo da concorrência editorial, ainda mantinha alguma equidistância, se calhar em memória de um passado que fez do título uma referência de jornalismo composto por jornalistas Homens e homens Jornalistas. Infelizmente, parece ter perdido definitivamente essa centelha de dignidade patrimonial e juntou-se à carneirada da concorrência num nivelamento por baixo. O último episódio, de que nos fala esta notícia, é sintomático e só reforça a falta de higiene que grassa em certas cozinhas, com a agravante de por ali não entrar a ASAE. Palavras para quê? Será necessário telefonar ao cozinheiro-mor?

 

- Rui Santos Sá

The Day After

 

Por dois ou três dias, o país ficou a orbitar em êxtase na gravidade etéria do clássico do futebol nacional, o F.C. do Porto - Benfica, esquecendo tudo e todo o resto.

Terminado o jogo, e logo que as televisões e jornais esgotem o assunto e concluam as dissecações, autópsias e biópsias, o que só acontecerá lá para o meio da semana, o país voltará à realidade das coisas, ou seja, um país mal governado, atolado em crise, a meter água por todos os lados, enfiado num túnel em que o ténue ponto de luz que há pouco se vislumbrava  como uma esperança, algures na extremidade, foi por estes dias extinto por um orçamento que promete mais crise e mais miséria.

Mas os portugueses são bons nesta metamorfose e sempre que há um jogo de futebol desta natureza, ele passa a ser o centro de interesse, o centro do nosso pequeno universo, moldando atitudes e personalidades, absorvendo raivas e rancores.

Para além do desfecho do jogo, que pelos números diz e explica tudo, como uma ampla cesta onde cabe a qualidade individual de um Hulk, que carrega a equipa às costas, onde cabe a qualidade intrínseca do colectivo azul-e-branco e onde cabe o descalabro de uma equipa a anos-luz da qualidade da época transacta, que chegou ao Dragão já com um fosso de 7 pontos, e agravada pelos inventos em cima-do-pé do professor Pardal Jesus.

Ainda o F-C. do Porto não tinha aberto o activo, o que de resto não demoraria, e já se constatava que com as alterações no esquema da equipa, o Benfica estava a jogar com menos um central e com menos um defesa-esquerdo, para além de faltar o Aimar, ausente estando em jogo, e Saviola, que não esteve em jogo. Resumindo, um autêntico harakiri ou mais corriqueiramente, um “baixar as calças”.  Adiante, até porque com 10 pontos, mais 1 do confronto, o campeonato está decidido e só por questões de compromissos a procissão vai continuar  ritmada até ao adro de Maio onde o F.C. do Porto há-de chegar no andor.

Apesar de tudo, importa reflectir no seguinte: Era apenas uma partida de futebol na qual estava em jogo 3 pontos, os mesmos que estariam caso qualquer um dos intervenientes fosse, sem desmérito, o Olhanense ou o Cascalheira F.C. Apesar disso, todo o clima à volta da viagem do Benfica até ao Porto fez-nos transportar a ambientes de guerra e terrorismo, num qualquer Iraque ou Afeganistão e com o clube lisboeta a pernoitar numa cidade açaimada num perímetro de segurança vigiado por um dispositivo policial desmesurado mas necessário.

Este é o nosso futebol que muitos desejam que continue assim, doentio e motivo de divisões, de faccionismos e de bairrismos que colocam o país ao nível de um qualquer gueto de subúrbio. Um país que chuta para canto a gravidade dos indícios de escutas telefónicas que revelam um sistema instalado e frutífero como se em nome da legalidade se deva assobiar para o lado. 

E não se pense que estas coisas só aparecem por ocasião destes jogos e a reboque ou despoletados por "mind games" dos intervenientes; Não. Tenho estado em formação a decorrer no Porto e, nos apartes das aulas e nas conversas de corredor, durante o café ou o almoço, são recorrentes as manifestações desse bairrismo bacoco e provinciano, numa constante alusão aos "mouros", aos FDP de Lisboa e outras bacoradas que só acentuam esse clima que depois há-de enrolar-se como bola-de-neve (ou bolas de  golfe) e dasaguar às portas da cidade ou do estádio. Esta linguagem e esta forma de ser e de se pensar está presente tanto nos formandos como nos formadores e explica-se como a acendalha de outros rastilhos maiores. Face a essa crispação quase doentia, os adeptos do Benfica, mesmo que em maioria, calam-se, obviamente.


É esta a realidade e não será de surpreender que depois as coisas sejam como são e que um jogo de futebol que deveria ser um hino à modalidade e ao desporto se transforme numa batalha irracional, de extremos e de confrontos, do tudo ou nada, do mata-mata, tão inúteis como desnecessários mas, paradoxalmente, preciosos para este país, porque pelo menos têm o condão de fazer esquecer outras alarvidades e incompetências tanto na política como na economia.

 

- Rui Santos Sá

Acabou-se o feeling

 

A selecção luso-brasileira chamada Portugal regressa do Mundial de 2010, sacudida pelos nuestros hermanos com um valente pontapé-no-cú ou uma estocada certeira do cappo Villa depois do embalador olé.
Era expectável, previsível e garantido. O futebol não é para medricas e não se compadece com equipas que jogam de início com menos dois ou três jogadores.
Por tudo isto, este desfecho, este regresso, é apenas o culminar lógico de uma campanha de apuramento sofrida e medíocre, uma convocatória repleta de equívocos, pontas soltas mal atadas e jogos mal abordados. Pelo meio, um divertimento chamado Coreia do Norte que só serviu de ilusão e alívio à dor de dentes que vinha incomodando as queixadas da nação.

No resto, os meninos tratados como príncipes, com estadias em hoteis de 10 estrelas, com tudo do bom e do melhor, mesmo em tempo de apertar o cinto, estão já despreocupados em calções estendidos ao sol de outros paraísos. Eduardo a limpar as lágrimas e Ronaldo a aprender o hino na pauta das curvas da russa. É assim o futebol onde uma nação de labregos sofre e entusiasma-se por um grupinho de vedetas que desempenha mediocramente o seu papel.
Custa a crer que Portugal fosse o 3º do ranking FIFA e que Ronaldo tenha sido o melhor futebolista do planeta. Foi apenas um jogador vulgar, que com um treinador de tomates, a jogar como jogou, não teria lugar nem no Caralhense da III Distrital deste nosso Portugal profundo.
Vamos lá dar umas velentes vassouradas nesta federação e tornar a varrer a porcaria acumulada. Acabou-se o feeling. O do Queiróz era apenas o do BES(ta). Poderia ter sido BES(tial) mas andou sempre longe do registo mínimo.
Nova gente, novos jogadores, nova mentalidade. A vida continua, dura e crua. Os jornais e os media, voltam-se para os clubes e o país volta a enfrentar a crise que por semanas esqueceu.

 

- Rui Santos Sá

Mundial de Futebol 2010

 

image 

O Mundial de Futebol 2010, a decorrer na África do Sul, é um evento ao qual ninguém quer deixar de se associar. Não surpreende, pois, que na Web se econtrem diversas iniciativas e modos de participar e de acompanhar na hora a evolução dos acontecimentos.

Um dos pontos que despertam sempre interesse, são os calendários da prova. De muitos que encontramos, creio que este que aqui indicamos, do jornal espanhol Marca, será porventura o mais original, rápido e funcional. Nos diversos sectores à volta do estádio, por selecção ou por local, é possível aceder de imediato à informação de cada selecção ou grupo.

Interessante.

[Link]

 

- Daniela Souto

Blogosfera benfiquista

 

Para quem acompanha a actualidade futebolística nacional, sabe que depois da derrota de Domingo, frente ao F.C. do Porto, por 3-1, o Benfica espera agora a derradeira jornada, frente ao Rio Ave, para tentar carimbar a supremacia que ostentou em grande parte do campeonato e confirmar o primeiro lugar da prova e vencer o seu 32º título.
O Sp. de Braga, à custa de um golo muito muito suspeito com o Paços de Ferreira (frangalhada acompanhada de fora-de-jogo) não desarma e com um discurso próprio de quem só depende dele próprio, mantém as legítimas esperanças  em chegar ainda em primeiro à meta final, mesmo que para isso tenha que vencer fora o Nacional da Madeira (que tem algumas aspirações no 5º lugar europeu) e esperar que o Benfica perca com o Rio Ave. Em futebol nada é impossível mas de difícil conjugação, mesmo com o Benfica coxo da sua ala esquerda, cirurgicamente castrada por Olegário Benquerença no jogo no Dragão. Não surpreende, pois, que os encarnados no próximo jogo de Domingo temam sobretudo a actuação manhosa do árbitro e um Rio Ave tranquilo na classificação mas eventualmente oleado com bons prémios de jogo vindos da concorrência directa e hostil.
Em todo este contexto tem sido interessante seguir alguns blogs benfiquistas, tais como o Tertúlia Benfiquista, o Inferno da Luz, A Luz Intensa, Ser Benfiquista, e outros mais, mais ou menos apaixonados.

 

- Rui Santos Sá

Nem sempre o que parece é….

 

 

O jornal "Correio da Manhã", na sua edição de Domingo, 28 de Março, "O membro do Conselho de Justiça (CJ) da FPF responsável pelo acórdão que ditou redução dos castigos a Hulk (de quatro meses para três jogos) e Sapunaru (de seis meses para quatro jogos), Dionísio Alves Correia, confidenciou em Coimbra, a pessoas ligadas ao futebol, que iria confirmar na íntegra a decisão da Comissão Disciplinar (CD) da Liga”.


Ainda segundo o mesmo diário "...o também vice-presidente do CJ afirmou que não havia qualquer hipótese de entender os stewards fora da categoria dos "intervenientes no jogo com acesso ao recinto desportivo" – designação utilizada pelo Regulamento Disciplinar da Liga – e, portanto, a tese de que poderiam ser equiparados a espectadores – apresentada pelo FC Porto no recurso – não era compreensível".

Ou seja: Nem sempre o que parece é; De uma decisão polémica mas supostamente arrebatadora relativamente à interpretação do CD da Liga, afinal parece que a coisa esteve longe de reunir consenso e só um pacto existente no CJ ( onde todas as decisões importantes têm de ter o apoio de todos os conselheiros), produziu um acórdão com ares de unanimidade de génese.

Ao contrário do que muitos pensam, esta decisão só veio provar que as diferentes decisões disciplinares e jurídicas do nosso futebol, mais do que cinjidas a regulamentos e  a decisões independentes, acaba por ser moldada pelos jogos de interesse e influências clubísticas e outras eventualmente mais obscuras. Assim, faz sentido que alguns membros do CJ sejam vistos com frequência de cachecol azul na tribuna presidencial do FC do Porto. Afinal para que servem os amigos?

Outro apontamento: Em todo este tempo que decorreu sobre o caso do túnel na Luz, em todas as declarações à volta da legitimidade ou da justição ou não do castigo aplicado aos dois karatecas do FC Porto, Hulk e Sapunaru, nunca em momento algum vi alguém do lado do dragão a  criticar o aspecto criminoso e reprovável da agressão consumada pelos dois jogadores. É claro que isso não surpreende ou não fosse disso que a casa gasta já desde o tempo do guarda Abel.

É assim o nosso futebol onde ninguém é inocente, mas onde uns são mais espertalhaços do que os outros. É claro que em Inglaterra uma agressão a um elemento do público, que nem era steward, o famoso Cantona apanhou pela medida grande e não houve CJ que lhe valesse nem o o próprio clube o encobriu ou desculpabilizou, mas isso foi num país do terceiro mundo. Por cá as coisas são muito nossas, muito mais evoluidas e o castigo de Fernando Mendes, um ex-dragão, pela agressão a um bombeiro, num Estrela da Amadora – F.C. do Porto,  também é coisa do passado e parece que não fez jurisprudência.

Futebolismos lusitanos que vêm ao de cima quando alguém ameaça agitar uma certa predominância como um grão de areia na engrenagem que girava em velocidade cruzeiro.

 

- Rui Santos Sá

E o Carnaval até já tinha sido…

 

 

E pronto, o homem num ápice é considerado o maior, e o professor, mesmo sem exame, considera-o um jogador esperto e o lance que protoganizou foi equiparado à resolução de uma complexa equação matemática, mesmo que porventura não seja capaz de calcular a área do campo onde jogou. Falamos de Ruben Micael, um nome de personagem de novela brasileira ou de cantor pimba, que esteve na base do insólito e ridículo golo com que o F.C. do Porto venceu nesta quarta-feira o Arsenal de Londes, para a Liga dos Campeões.
Só que, como em tudo na vida, a esperteza saloia só tem lugar quando alguém lhe dá crédito e neste caso até com a inédita ajuda, pasme-se… do árbitro.

 

Fonte e resto artigo: link

- Luis Gama

Segunda-feira socratiana

 

Numa segunda-feira (a)típica, depois do Benfica ter sido apeado da Taça de Portugal e da montanha de Pinto Monteiro ter parido ratinhos quanto ao assunto das escutas, e Francisco Assis na refrega ter vindo com a teoria da vitimização, quando se esperava que no conceito de “quem não deve não teme” viesse revelar que as escutas iriam ser divulgadas em primeira mão na TVI pela Manuela Moura Guedes readmitida, fica aqui uma piada de email para animar. Não é lá grande coisa mas para uma segunda-feira assim, não está nada mal.

«O PORQUÊ DO  GOVERNO DE SÓCRATES SER IGUAL À CAMISA DE  VÉNUS»

A  explicação:

A  camisa de Vénus permite inflação, impede a produção, destrói a
próxima geração,  protege uma cambada de caralhos e ainda  transmite um sentimento de segurança... enquanto na verdade,   alguém  está a foder alguém!

 

- Rui Santos Sá

Jornal O JOGO - Literalmente

 

jornal o jogo

 

Por estes dias quem tiver a infeliz ideia de aceder ao sítio do jornal O JOGO Online, na perspectiva de ver como andan os ares de Jesualdo Ferreira e dos seus pupilos, que teimosamente continuam a assobiar para o lado e a afirmar em parangonas que o F.C. do Porto é a equipa que de momento melhor futebol pratica em Portugal, dá de caras com uma primeira página manhosa, incentivadora de participação num concurso telefónico para atribuição de bilhetes duplos para o Portugal-Bósnia, a 14 de Novembro. Para acesso ao sítio propriamente dito, lá está em cima, em letras pequenas e envergonhadas, o respectivo link.

Esta estratégia do jornal O Jogo Online, pode ser comercialmente legítima, mas não é nova e talvez por isso, para além da nítida conotação com o FCP, O JOGO nunca será tomado a sério como uma verdadeira referência no panorama da imprensa desportiva portuguesa, tanto na versão escrita como na versão online.

Esta entrada é intimidatória e estou certo que a maioria dos visitantes vira costas e dá de frosques para a concorrência. Esta entrada é assim uma espécie de porteiros mal encarados, todos de preto, plantados nas entradas manhosas de alguns sítios da noite tripeira. Mal por mal, será preferível frequentar o relvado.com , essa espécie de Quinta da Malafaia do futebol e acompanhar as reacções às agitações lançadas pela jardineira residente.

 

- Marco Dias

Sábado, fui à bola ver Braga por um canudo

 

estadio axa braga

Sábado, fui à bola, concretamente a Braga, ver o clube local contra o Benfica.


Algumas sintéticas conclusões:


Muita malta, quase tudo adeptos do Benfica; Muitas roullotes, panados, bifanas, cerveja a rodos e vendedores de cachecóis; Bilhetes caríssimos (80 euros para dois lugares numa zona quase na extremidade da bancada poente); Com toda a certeza, apesar de ainda estarmos a 1/3 do campeonato, foi a receita da época para os arsenalistas; O Benfica é mesmo o abono de família dos clubes que visita; Apesar de se ter transmitido a ideia de casa cheia e bilheteira esgotada (quiçá para inflaccionar o interesse), a bancada nascente apresentava grandes clareiras e um sector quase deserto; Parece que o Braga não tem adeptos pagantes para encher metade dos lugares da casa; Hora demasiado tardia para um jogo de futebol em horário de Inverno; Bom ambiente a rodear o jogo, fora do estádio e dentro dele; Como sempre, o árbitro e os agentes do futebol, incluindo equipas, a estragarem o espectáculo, a borrarem a pintura; Jorge Sousa, supostamente um árbitro de primeira, portou-se ao nível do que pior se vê na arbitragem nos regionais; Inaugurou um ciclo no futebol português e a partir de agora os agarranços nas áreas vão ser analizados à luz do critério inquisitório do Sousa; Di Maria, numa atitude feia, própria de um puto a reagir a provocações do banco do Braga e este com uma reacção desmedida e despropositada, a gerar toda a confusão que se viu; Fiquei, por isso, a perceber "in loco" o porquê dos estádios se encontram de um modo geral com bancadas vazias; Têm o que merecem; No meio de tudo isto, os adeptos que vão ver e pagar o futebol, continuam a ser desrespeitados. Quem me acompanhou, por ser a primeira vez, jura que ficou traumatizada e tão cedo não vai ver futebol aos estádios. Não a censuro.


Estádio com uma boa visão de jogo, mas desconfortável, com cadeiras pequenas e passagens estreitas; Estádio considerado uma obra de arte da arquitectura mas com uns acessos super-esquisitos, impróprios para adeptos sem preparação física e deficientemente assinalados; Provavelmente o estádio em Portugal com acessos e sistema de entrada mais complicado; Zonas adjacentes sem condições adequadas de estacionamento para jogos com esta dimensão. A evitar, a não ser para ver um Braga – Pescadores da Costa da Caparica, em que as coisas devem estar mais calminhas. No resto, é ir cedo, esperar, suar, esperar, suar e chegar tarde.


Quanto ao jogo: Bem ganho pelo Sp. Braga, sobretudo pela eficácia do aproveitamento e pelos primeiros 15 minutos; O Benfica a fazer, talvez, a pior primeira parte da época; Mesmo assim, o Braga a viver do golo precoce aos 7 minutos e com uma segunda parte de contra-ataque, onde, excepção ao 2º golo, quase não levou uma bola à baliza adversária. Nem precisou. Quim, o azelha, apesar de atordoado pela ingenuidade de abordagem ao primeiro golo, limitou-se a ser mais um espectador.

Conclusão fnal: Já não vale a pena ir ver jogos de futebol aos estádios, incluindo ao de  Braga. A televisão e um bom sofá são melhor alternativa mesmo que se tenha que pagar a Sport TV.

 

- Rui Santos Sá

Já não há dirigentes como antigamente

 

 

…E eu a pensar, na minha santa ignorância, que o Pinto da Costa ainda era um daqueles dirigentes à antiga, com amor à camisola, a ter que suportar dos seus parcos rendimentos os custos da gasolina e do telefone. Pois é….devo estar a fazer confusão com o presidente do clube da minha terrinha, que para além desses prejuízos, ainda tem que marcar o campo em vésperas de jogos, ir à lenha para a bailarina do aquecimento da água dos balneários e estar no bar, no intervalo dos jogos a servir cervejolas e couratos. Bons tempos…

 

AA

Os pescadores de polémicas

 

vintem cretino manuel machado jorge jesus

Ontem o Benfica lá despachou mais uma equipa com uma cabazada (6-1). Desta feita foi o Nacional da Madeira, que até tinha o hábito de ser a “besta negra dos encarnados” e, diga-se, é uma das poucas boas equipas do nosso futebol maior.

Mais do que o resultado e o que ele possa ou não significar, não posso deixar de comentar a postura de alguns jornalistas neste tipo de eventos. Falo em concreto nas entrevistas aos técnicos logo no final do jogo, no flash-interview obrigatório da Sport TV: Não sei quem é o tipo, o jornalista, mas de tanto insistir em situações “colaterais”, como as designou Manuel machado, treinador dos madeirenses, lá conseguiu arrancar-lhe mais um “tesourinho” que vai servir para alimentar a imprensa e a polémica em torno dos dois técnicos. "Para mim um vintém é vintém e um cretino é um cretino. Por muito que a gente pinte de amarelo, de vermelho, de azul para encher jornais. Há coisas que não mudam. São valores absolutos, valores profissionais." Lá deixou Manuel Machado, no anzol bem armado.

O mesmo jornalista, com Jorge Jesus, voltou a lançar a cana-de-pesca mas Jesus foi mais incisivo e afrontou mesmo o jornalista quanto ao que ele estava a ali a fazer, se para falar de futebol ou se para falar de confrontos pessoais. O pescador à espera de uma gorda sardinha e deu de caras com a boca aberta de um tubarão capaz de engolir o anzol e o pescador. Optou e bem pela retirada. Antes, porém, lá foi dizendo que "Não jogámos em túneis, jogámos no campo. O jogo teve noventa e poucos minutos e na segunda parte fizemos quatro golos. No campo é que ganhámos"

Já o sabíamos, temos em Portugal uma exímia classe de jornalistas pescadores que sujeitam-se às agruras das marés para pescarias que darão boas “postas” de polémica, mas vazias na substância.

Ainda há dias, o jornal “O Jogo”, uma espécie de voz-do-dono, fez uma capa exuberante, exclamando com letras garrafais, a propósito de declarações “pescadas” ao defesa-direito do FC do Porto, o uruguaio Fucille, “ELE IGNORA O BENFICA”. É claro que o Fucile tem todo o direito de ignorar o Benfica como tem o direito de alvitrar que o FC Porto é neste momento a equipa que melhor futebol joga. O jogo deste Domingo com a Académica, veio dar-lhe mais razão. Fucile é assim uma espécie de “burro” de Penafiel que com as palas que lhe põem ao lado dos olhos só consegue ver para a frente.  Aparte os problemas de miopia de Fucile, importa salientar os tais métodos dos nossos jornalistas/pescadores, que forçam as perguntas, forçam as respostas e depois fazem delas os títulos e as polémicas. Não admira pois, que tanto na TV como nos jornais diários, sejamos constantemente prendados com os resultados destas sublimes pescarias. É o que temos!

José Castro

A porcaria do jogo na Hungria

 

…onde o melhor do mundo não passou de um vulgar jogador dos Distritais, mesmo sem ser pedreiro ou trolha.

cristiano ronaldo CRISTIANO RONALDO

A selecção de futebol luso-brasileira lá conseguiu os tão almejados 3 pontinhos que, depois do insucesso na Dinamarca, no Sábado passado, ainda lhe permitem sonhar esperançosamente na presença no Mundial de 2010, na África do Sul, dependendo, contudo, da prestação ou contributo de terceiros, ou seja, precisa dos ovos que estão no cú de outras galinhas.


Como tem sido característica nesta campanha de qualificação, Portugal voltou a afinar pela irregularidade, fazendo um jogo fraquinho, fraquinho, a lembrar um jogo de casados contra solteiros no campo pelado do bairro. É certo que a Hungria não fez melhor e, salvo nos minutos finais, nunca foi capaz de assustar a baliza à guarda do Eduardo. Seja como for, acabamos o jogo com os tremeliques e a defender de qualquer maneira. Quem assistiu ao jogo, como eu, deve ter compreendido o ridículo das palavras de Queiróz quando prognosticou que quem fosse sensível às emoções do jogo não deveria assitir ao mesmo. De facto, eu ía tendo um ataque de coração e de nervos não pelas tais emoções fortes, que se não viram mas sim pela aselhice dos portugueses, brasileiros e húngaros, e por um jogo de qualidade ao nível do que pior se vê nos Distritais, com a agravante dos que por aqui andam pedreiros, trolhas e jardineiros e não um lote dos melhores jogadores do mundo.


Para além de tudo, do jogo ficou-me uma triste imagem de Ronaldo, com o estatuto de melhor do mundo, mas feito minhoca,  não conseguindo articular uma jogada ou fazer uma finta de jeito. Na melhor oportunidade do jogo, portou-se como um bébé a dar o doce ao Bobi. Fora isso, mostrou-se um miúdo afectado pelos assobios, vulgar, rezingão, sempre com cara de chateado pelo facto dos húngaros não lhe permitirem veleidades. Ele bem tentou ensaiar umas tesouradas mas a coisa não lhe saía. Apesar disso, apesar de um jogo no qual passou ao lado, o Queiróz não teve coragem nem lampejo de o tirar de jogo, como se costuma fazer aos nabos e aselhas. Entendeu ele que o 1-0, conseguido inesperadamente muito cedo, servia tão grandes aspirações pelo que preferiu mecher na equipa apenas quando a isso foi obrigado (lesão de Deco).

Quanto à tão debatida questão da entrada de início do brasileiro “levezinho” Liedson, penso que nem se deu pela sua passagem pelo jogo, amarrado nas torres centrais dos magiares. Pelo menos teve o condão de amainar a opinião de quem criticou o Queiróz pelo facto de o não fazer entrar de início no jogo com os nórdicos.


Outra coisa que não copmpreendo, o facto de Ronaldo ser o capitão. Qual é o critério? Ser o melhor do mundo? Ser o mais bem pago da selecção luso brasileira? Sempre pensei que o capitão tinha que ser um dos elementos mais velhos do grupo e que se destacassem pela sua responsabilidade, sentido de equipa, exemplo de diálogo e cordialidade. Ora Ronaldo é tudo menos isso. Ronaldo é capitão porque o seu estatuto do melhor do mundo, que em breve perderá, mete um medo do caraças a Queiróz e a Madaíl, com este a não ter vergonha de prometer, como incentivo extra, aumentar o prémio a quem já ganha milhões de sobra.

Estou certo que depois desta triste campanha, que não vai dar em nada (espero que me engane) Queiróz (como fez na derradeira derrota para o Mundial de 94) vai ter novamente que invocar a necessidade de limpeza da porcaria  da Federação, mas com a diferença de que desta vez, para além das cagadas do Madaíl vai ter que limpar as suas próprias cagadas e lavar-se de um discurso sempre baseado na certeza de que iría estar no Mundial de 2010. Sempre pode ir-se embora com uma boa indemnização antes da entrada em vigor da tributação dos 42% de IRS que o Governo quer cobrar.

Oxalá que a selecção Luso Brasileira consiga o milagre, mas parece-me que não. A acontecer, verdade se diga, terá sido Carlos Queiróz o único a fazer ver que acreditava.

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