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Um grupo de estudantes da Universidade de Informática de Copenhague, na Dinamarca, criou o que eles estão chamando de “primeira cerveja de código aberto”.
A cerveja chama-se Vores Oel, ou Nossa Cerveja, em tradução livre. Ramus Nielsen, que lidera um grupo de artistas baseados em Copenhague chamado Superflex, teve a idéia para desafiar o conceito de cerveja “patenteada”.
Fora do mundo digital
Nielsen foi fazer uma palestra a respeito de propriedade intelectual e patente na Universidade de Informática de Copenhague e perguntou aos estudantes para pensar sobre a idéia de aplicar a idéia de código aberto fora do mundo digital.fonte: geek.co..br
A notícia já tem barbas e se fosse cerveja há muito que estaria fora de prazo, mas a ideia subjacente à "cerveja open-source" não deixa de ser interessante, pelo menos para mim, agora que me preparo para boicotar todos os produtos produzidos pela Unicer.
Esta empresa assinou, por estes dias, um acordo de sponsorização com a equipa do F.C. do Porto, para as próximas épocas. Até aqui tudo normal; Cada qual faz os negócios com quem quer e como quer. Agora, como benfiquista e como consumidor não gostei nada da palhaçada extra do Sr. Pires de Lima, administrador da empresa cervejeira, anunciar, entre brindes, que pagaria as despesas da festa de celebração do tetra-campeonato do F.C: do Porto.
É uma falta de respeito para com todos os consumidores adeptos de outros clubes, desde logo do Sporting, actual segundo classificado, não só pela parcialidade demonstrada, como pelo facto de estar a anunciar uma festa antecipada, já que na realidade, embora tudo indique que o venha a conseguir, a verdade é que o F.C. do Porto ainda não ganhou nada.
Há coisas que se podem transformar em tiros-no-pé e esta palhaçada do Sr. Lima foi tudos menos uma boa política de marketing, para mais de uma empresa que se quer afirmar como líder nacional, logo obrigada a agradar a gregos e a troianos, ou seja a portistas, sportinguistas, benfiquistas e demais.
Avance-se com uma subscrição pública de boicote aos produtos do Sr. Lima.
Por mim, o prejuízo não será muito, mas sempre representará umas 20 grades de bejecas anuais, já para não falar dos sumos que vão passar a ser de outra empresa. Agora se forem milhares os consumidores a aderir, o Sr. Lima, de futuro, abster-se-á de dar tiros-no-pé.
Como diria alguém, "os burros também se ensinam".
