Reconhecimento OCR online

 

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OCR (Optical Character Recognition) é uma tecnologia que permite o reconhecimento de texto a partir de uma imagem digitalizada. Por exemplo, uma digitalização de uma página de um romance ou de um livro técnico. Depois do reconhecimento efectuado, o texto fica disponível em formato editável por qualquer processador de texto como o Word ou o Notepad, e em muitas situações significa poupança de horas de trabalho de escrita.

Hoje em dia, quase todas as impressoras multi-funções, com scanner incorporado, dispõem de software que permite efectuar esse reconhecimento de texto. Todavia, para quem o pretender utilizar ao nível da Internet, então recomendámos o sítio www.free-ocr.com.

O serviço é gratuito, muito simples e eficaz. Tem opção de selecção de idioma, incluindo o português o que é uma vantagem já que normalmente a eficácia resulta deste pormenor. A imagem que experimentámos, mesmo com pouca qualidade, devolveu um resultado muito satisfatório, sendo apenas necessária uma ligeira edição para retirar um ou outro ponto e ajustar um ou outro caracter. É claro que quanto mais qualidade e contraste tiver a imagerm com texto, melhor será o resultado.

Pelas experiências que efectuamos, gostamos. Como limite, o serviço está condicionado ao reconhecimento de 10 imagens por hora e cada uma delas não pode ultrapassar os 2 BM, o que até nem é mau.

Vale a pena experimentar já que é uma boa opção.

- Outra opção, embora mais limitada e a obrigar ao registo para se aceder à escolha de idioma: http://www.onlineocr.net/

 

- Anabela Pereira

Luis Bastos, está de volta com o blog Bastonadas

 

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Luis Bastos, foi o fundador do excelente projecto "Programas Livres", dedicado à divulgação do software open source. Durante quase 3 anos, construíu um fantástico espólio de programas, apoiados em análises e artigos que lhe grangearam uma importância e reconhecimento na blogosfera portuguesa e não só. Depressa se tornou uma referência para todos quantos procuravam e reconheciam o valor e importância do software livre e pretendiam saber algo mais.


Infelizmente, por motivos de saúde e disponibilidade na altura, acabou por entregar o projecto a alguns colaboradores de então, da equipa do Adamastor. O projecto prosseguiu mas com uma filosofia e dinâmica diferentes das iniciadas por Luis Bastos e as análises deixaram de ser o ponto forte e a imagem de marca. O projecto continuou aos altos e baixos e, como deixava adivinhar, está parado desde Setembro de 2009, sem se saber se será para continuar.


Ultrapassados, felizmente, os problemas de saúde, Luis Bastos está de volta às lides da blogosfera, sem bem que com um projecto diferente; Trata-se do “Bastonadas” um blog pessoal onde predominará a análise e a crítica política e também a crítica de música e cinema, um dos seus hobbies e pontos fortes.


Ainda quanto ao Programas Livres, uma vez que tem estado parado, soubemos que Luis Bastos, recentemente tentou junto da actual equipa, propor a retoma deste projecto, mas, como há malta que "não fode nem sai de cima", face à ausência de resposta, acabou por abandonar a ideia. Talvez um projecto similar possa arrancar em breve e que englobe todo o espólio de sua autoria existente no Programas Livres. Afinal, quem conhece o Programas Livres sabe que o mesmo é sinónimo de Luis Bastos.


Conhecedores de Luis Bastos, das suas capacidades e dinâmicas, vamos ficar atentos ao seu "Bastonadas". Está em fase de arranque, é certo, mas promete.

 

- José Castro

A moda dos vampiros e outros quejandos

 

Isto de filmes e de livros é coisa de modas. Noutros tempos eram os estilos, as escolas e as correntes. Agora é mesmo uma questão de modas e imperativos consumistas. De repente, depois da temática gótica e de conspirações medievais militares e religiosas, a que não foi alheio o título “O Código Da Vinci”, do fabricante de literatura, Dan Brown e Harry Potter, da fabricante  inglesa J.K. Rowling, que encheu prateleiras e escaparates, de repente a moda vira-se para um tema já com barbas, como é o caso dos vampiros e vampirismo. Por isso não admira que o cinema e a TV, mesmo a nossa, apostem no filão e o mesmo suceda com os fabricantes de leitura. É claro que pelo meio outras modas ganharam espaço como os temas de auto-confiança, auto-estima, auto-controlo, etc, como o livro “O Segredo”, de Rhonda Byrne.

Seja como for, sempre que um tema e um livro atingem o sucesso, segue-se uma miríade de variações, mais ou menos copiadas, mais ou menos recalcadas, mais ou menos mais do mesmo.

É assim o nosso mercado de entretenimento audio-visual: De modas mas com poucos modos.

Para desenjoar, nada como ler uma boa cowboyada à moda antiga ou até mesmo uma clássica Vampirela ou até uma Lucifera.

 

 

- Anabela Pereira

Browserlab - Teste uma página web em diversos browsers

 

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Apesar dos avanços tecnológios das ferramentas web, bem sabemos que ainda existem diferenças na forma como algumas páginas são apresentadas ou visualizadas pelos diferentes browsers. A pensar nesta dificuldade, existe o serviço online browserlab, que permite efectuar essa comparação.

O serviço é gratuito mas requer um registo. Estão disponíveis diversas versões dos mais conhecidos navegadores, como o Internet Explorer 6, 7 e 8, o Firefox 2, 3, 3.5, o Chrome 3.0 e o Safari 3.0 e 4.0.

 

- Sítio: https://browserlab.adobe.com/index.html#

 

- Marco Dias

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