Ainda o LG GU280

 

 

 

Na sequência do meu artigo sobre as dificuldades em conseguir comprar os acessórios para o novo telemóvel da LG, o GU280, depois de contactado o serviço de apoio a clientes da marca, indicaram-me o contacto de 3 grandes empresas representantes, as mais próximas da minha área de residência (entre Aveiro e Porto). A verdade, porém, é que depois de contactadas tais empresas fiquei na mesma, ou seja: Qualquer uma delas não tem para  venda os acessórios pretendidos (auriculares e cabo de dados USB). Para além do mais, mostraram-se incapazes de indicar se existiam os acessórios de outros modelos da LG que sejam compatíveis com o GU280. Ficaram com o meu contacto, mas isso já não retira o forte sentimento de arrependimento de ter adquirido um produto desta marca.
De facto é surpreendente e inconcebível  esta situação com uma marca multinacional . Por isso, volto a dizer: LG, nunca mais!

 

-Valter Mourato

Telemóvel LG GU280 – De torcer o nariz…

 

LG_GU280

 

Comprei há dias o telemóvel LG GU280, dito Popcorn, apesar da página da marca continuar a dizer "brevemente em Portugal". Pela semelhança do modelo e por outras opções, que para o caso pouco importa, na loja estava indeciso entre este e um modelo muito parecido da Samsung, a minha marca preferida nos aspectos de design, preço, qualidade e funcionalidade. Pela pouca diferença de preço para mais, a funcionária acabou por me influenciar para a compra do LG, desde logo porque era 3G, slot para micro SD, etç.


Resumindo: Apenas em casa me dei conta que o telemóvel era fornecido apenas com cabo de carregamento de bateria, de resto sem cabo de dados, sem auriculares e sem CD de software; Uma pobreza. É verdade que poderia ter trocado nos primeiros 15 dias mas acabei por não o fazer na expectativa de que facilmente compraria esses extras. Puro engano, a começar pela própria loja que o vendeu, corri já vários shopings e dezenas de várias lojas, corri já alguns vendedores autorizados da LG e, pasme-se, ainda não encontrei quem vendesse esses componentes. Por conseguinte, não me estou a ver a gerir 4 GB de música apenas com o bluetooth e ouvir o som directo, sem auriculares.


É nestas alturas que nos vem à ideia o porquê destes mesmos artigos não serem obrigatoriamente universais, poupando-se enormes chatices de incompatibilidades e principalmente de recursos. Não admira, pois, que em qualquer casa, uma família com 4 pessoas, ao fim de alguns telemóveis adquiridos, possua uma panóplia de cabos diversos, carregadores, etc, que em pouco tempo se convertem em lixo.
Por tudo isto, meus amigos, LG nunca mais. No futuro, equipamento que compre tem que fornecer todos os apetrechos de ligação.

É claro que vou acabar por adquirir os artigos em falta mas, entretanto, são estas coisas que afastam os consumidores de certas marcas. Por isso, repito, até por outras más experiências em outros equipamentos,  LG, nunca mais!

 

- Valter Mourato

As borlas num país de tesos

 

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Ninguém dá nada a ninguém! Esta é uma velha máxima muitas vezes repetida e que de facto, hoje mais do que nunca, é verdadeira. A generosidade, a bondade e a filantropia são virtudes e adjectivos cada vez mais raros e, verdade se diga, os deveres cívicos e morais tornaram-se rapidamente coisas do passado, obsoletas, e nem mesmo as escolas garantem a aprendizagem ou ensinamentos desses e doutros valores humanos. As razões sobrepõem-se às emoções e por conseguinte somos cada vez mais humanos menos humanizados.


Deixando de lado essas questões, que quanto a isso já não há volta a dar, hoje em dia, onde a palavra de ordem é roubar, tirar, retirar, subtrair, mesmo que à marretada, quando se fala em dar ou oferecer, não é sem alguma desconfiança ou de pé-atrás que tentamos confirmar a veracidade do pregão, até porque “quando a esmola é grande o pobre desconfia” mesmo que se possa contrariar com um “a cavalo dado não se olha o dente”.  São conhecidos inúmeros exemplos de telemarketing onde aparentamente se pretende oferecer uma panóplia de brindes e ofertas mas que na realidade têm objectivos comerciais quase sempre pouco claros e até quase sempre ilícitos.


Por isso se constata que neste mundo cuja principal religião é o consumismo, o catecismo o marketing e os sacerdotes os vendedores, já ninguém dá francamente nada a ninguém, mesmo quando isso é apregoado de forma a que fiquemos convencidos do contrário. Hoje, qualquer situação de oferta ou promoção, resulta sempre na velha sentença de que se pretende oferecer um salpicão em troca de um porco. É meio mundo a roubar outro meio e vice-versa.


Serve este sermão para dar a conhecer um interessante sítio que tem a trabalheira de reunir a informação de diversos portais que por sua vez disponibilizam uma catrefada de concursos, ofertas, amostras, promoções e outras coisas aparentemente aliciantes e tentadoras, em vigor neste nosso país de tesos. Por sua vez, os diversos itens são Trata-se do gratistuga.


Se ainda há gente que acha que a generosidade e a bondade gratuitas ainda fazem parte, como resquícios, do que foram os nossos brandos costumes, então poderá tentar a sua sorte; Não falta escolha e, depois, há dias de sorte e, verdade se diga, ainda que raros exemplares, há gente boa e nem todos são filhos-da-puta.

link: http://www.gratistuga.com/

 

- Luis Gama

O horror do vazio - Ainda actual

 

A crónica de Mário Crespo, no JN, tem quase um ano, mas, por tudo o que se sabe, está mais actual do que então. Pode-se não gostar, e há quem não goste, seguramente, mas tem reflexões interessantes, a começar pelo título: O horror do vazio.

 

Depois de em Outubro ter morto o casamento gay no parlamento, José Sócrates, secretário-geral do Partido Socialista, assume-se como porta-estandarte de uma parada de costumes onde quer arregimentar todo o partido.

Almeida Santos, o presidente do PS, coloca-se ao seu lado e propõe que se discuta ao mesmo tempo a eutanásia. Duas propostas que em comum têm a ausência de vida. A união desejada por Sócrates, por muitas voltas que se lhe dê, é biologicamente estéril. A eutanásia preconizada por Almeida Santos é uma proposta de morte. No meio das ideias dos mais altos responsáveis do Partido Socialista fica o vazio absoluto, fica "a morte do sentido de tudo" dos Niilistas de Nitezsche. A discussão entre uma unidade matrimonial que não contempla a continuidade da vida e uma prática de morte, é um enunciar de vários nadas descritos entre um casamento amputado da sua consequência natural e o fim opcional da vida legalmente encomendado. Sócrates e Santos não querem discutir meios de cuidar da vida (que era o que se impunha nesta crise).

 

fonte e resto da crónica: JN

 

- Rui Santos Sá

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