New York a 8 bits

 

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Uma inutilidade, mas simultaneamente uma curiosidade e uma viagem ao passado, aos anos 80. Será assim uma espécie de Google Maps no tempo dos 8 bits, correndo num ZX Spectrum ou num Commodore.

Tem a vantagem de nos trazer à realidade o salto enorme que as tecnologias informáticas transpuseram nos últimos 20/30 anos.

http://8bitcity.com/map

 

- Daniela Souto

As vantagens de um Codepits

 

Neste mundo, regido pelas leis da física e por outras mais terrenas, tudo é relativo e subjectivo. Na boleia deste pensamento, os geeks da nossa praça anseiam pela chegada do CODEBITS como um noivo pelo fim das formalidades e dos protocolos para se enfiar  no quarto com a recém-esposa. No fundo, vai dar ao mesmo pois aquilo acaba por se tornar numa espécie de copo-de-água onde se come mais do que pode e deve e onde há mais olhos que barriga.


Será mais uma espécie de encontros de motards no Verão, em Faro, só que aqui as motos são os Vaios e os Macs e não há direito a t´shirt molhada. A ter em conta o que alguns amigos frequentadores contam, aquilo será pouco mais, mas a coisa deve ser importante pois até tem um sítio oficial todo em inglês.


Jà para o Zé da Esquina de Salvaterra de Magos ou para o Manel de Vinhais, a coisa tem menos importância do que um tintol a saber a rolha.
No nosso caso, que nem somos geeks nem o Zé da Esquina, se calhar o que se espera de forma mais terra-a-terra da Sapo, mais do que essas reuniões para Geeks que se conhecem todos como numa roda de amigos das cervejolas, um pretexto para verem, serem vistos e comentados na blogosfera, é que cumpra os serviços contratados. No nosso caso, já vai a caminho de duas semanas sem linha, com um sinal ADSL reles, com muitas dificuldades de ligação e, por sorte, quando liga, com quebras constantes a arreliadoras.

Aos contactos via email a reportar o estado da coisa, o silêncio é a resposta e no telefone é a música. Bem sabemos que para além das péssimas condições da linha, que inclusive não permitem disponibilizar a velocidade contratada, o agravamento decorre de problemas causados por trovoadas, mas é deveras irritante esta ineficácia tanto na resolução como no atendimento e respectivo esclarecimento.


Por tudo isso, seria bom que a Sapo promovesse um Codepits para os consumidores se reunirem num ambiente interessante e com acessoria de meninas com maçãs para no final exprimirem as suas novidades e sugestões, não em código mas em livro de reclamações.

Zé Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira deixam o jornal A Bola – Um caso de lápis azul

 

 

A imprensa desportiva da nossa praça, mais concretamente os três jornais de tiragem diárias, há muito que deixaram de ser exercícios plenos de um jornalismo ético e independente e, ao contrário, transformaram-se em pasquins de verdadeiros exercícios que envergonham a génese e fundamentos do JORNALISMO, onde o clubismo e serventilismo há muito que deixaram de ser disfarçados. Tornaram-se numa espécie de “Os três estarolas”.

Sempre olhei com desconfiança esses produtos "confeccionados" sabe-se lá com que mãos e com que higiene. A famosa "escuta" onde um certo Teles telefona para o cozinheiro-mor Pinto a perguntar se o estufado de pato estava em conformidade com as regras do que a casa gastava", foi mais do que suficiente para ver como são confeccionados certos Jogos. Se dúvidas houvesse, foi assim uma espécie de oficialização pública do estatuto de um jornal diligente que vive de e para um clube, uma espécie de “voz do dono”.


Neste triunvirato de fraquinho jornalismo, o jornal A Bola, apesar de ser conotado com o S.L. Benfica, eventualmente por quem pretendia legitimar e equilibrar o acerrado clubismo da concorrência editorial, ainda mantinha alguma equidistância, se calhar em memória de um passado que fez do título uma referência de jornalismo composto por jornalistas Homens e homens Jornalistas. Infelizmente, parece ter perdido definitivamente essa centelha de dignidade patrimonial e juntou-se à carneirada da concorrência num nivelamento por baixo. O último episódio, de que nos fala esta notícia, é sintomático e só reforça a falta de higiene que grassa em certas cozinhas, com a agravante de por ali não entrar a ASAE. Palavras para quê? Será necessário telefonar ao cozinheiro-mor?

 

- Rui Santos Sá

Hatsune Miko – A cantora virtual

 

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Hatsune Miko, a cantora virtual que junta multidões e enche estádios. Trata-se de uma projecção holográfica 3D que simula uma figura popular do universo manga japonês. A Miko canta, dança, salta e interage com o público e este delira como se estivesse a assitir a um concerto dos U2.

Hatsune Miko foi lançada pela Crypton Future Media usando uma tecnologia do software Vocaloid.

Por este andar, os artistas de carne e osso que se cuidem.

 

- Joana Paiva

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