Dropbox – Partilha e sincronização de ficheiros

 

 

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DROPBOX é um excelente serviço de partilha e sincronização de pastas e arquivos entre diferentes computadores em diferentes locais.


Para utilizar o serviço deve primeiramente registar-se.
Depois deve efectuar o download da aplicação e instalar.


Uma vez instalado, o DROPBOX cria uma pasta específica (que pode determinar em que directório), a qual se comportará como uma pasta normal. Significa que sempre que para lá encaminhar ficheiros, de diversos formatos, como fotos, videos, textos, PDFs, etc, os mesmos estarão disponíveis em qualquer local e em qual computador desde que tenha a aplicação instalada.

A sinconização será sempre em tempo real.
Para além de tudo, dentro dessa pasta principal gerada pelo DROPBOX pode criar sub-pastas e até partilhar as que quiser com outros utilizadores desde que feito o pedido por alguém e aprovado por si.

Na opção livre, o DROPBOX disponibiliza 2 GB de espaço o qual poderá ser ampliado se o utilizador enviar convites para outros potenciais utilizadores e estes aderirem.

É verdade que existem muitos outros sítios e métodos que oferecem alojamento/armazenamento de ficheiros, como o BOX.com, por exemplo, mas com esta facilidade de partilha e sincronização, o DROPBOX será dos melhores.
É verdade ainda que pode fazer isso também de forma partilhada usando serviços como o Google Docs mas, verdade se diga, não é tão prático.

A matemática do Henriques

 

 

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Então parece que segundo o ex-árbitro Pedro Henriques, essa luminária não reconhecida no campo da matemática, as eventuais queixas do Benfica em relação às reduzidas dimensões do campo do Feirense não têm grande razão de ser, porque tendo o terreno de jogo apenas menos três metros de comprimento e quatro metros de largura, a diferença para o relvado da Luz será de cerca de 12 metros quadrados.

É um cálculo brilhante, como bem ilustra a figura acima. O rectangulozinho amarelo representa a área calculada pelo Pedro Henriques. A real diferença é esse rectangulozinho mais a área a vermelho, o que perfaz cerca de 600 metros quadrados. Coisa pouca, portanto.

Nada que surpreenda, tendo em conta a habitual 'imparcialidade' com que ele analisa tudo o que diga respeito ao Benfica. O que era escusado era mostrar que, para além de parcial, é burro.

D´Arcy

(fonte)

Fórum Troca Cromos – Nova versão

 

 

O popular Fórum Troca Cromos, que como o nome indica, é um espaço de troca de cromos e outros coleccionáveis, onde também por lá andamos com as nossas listas de cromos, encontra-se desde há dias com nova cara.

Foi efectuada mudança de servidor e de software, correndo agora no vBulletin. Para já as mudanças resultaram numa melhor performance bem como novas funcionalidades.

Para os entusiastas dos cromos, um forma saudável de optimizar as listas de cromos repetidos e procurar as faltas.

 

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O acordo (h)ortográfico

 

 

A língua, escrita ou falada, é a expressão viva da evolução social. Particularmente num mundo sem fronteiras, com novas formas de comunicação e de relação.
A língua, escrita ou falada, é a expressão viva da evolução social. Particularmente num mundo sem fronteiras, com novas formas de comunicação e de relação.

O português – a 5ª língua nativa mais falada – não foge a essa regra.

Mas uma coisa é a absorção de modificações que se vão verificando, outra é a sua imposição por decreto. O Acordo Ortográfico é o produto não de uma evolução natural e impregnada na prática, não de uma necessidade de defesa e promoção linguísticas, mas tão-só a imposição de iluminados, que o Estado avalizou, menosprezando posições diferentes e ignorando a voz do povo soberano.

O Acordo é também uma expressão de submissão às maiorias populacionais. Neste caso, do Brasil. Esquece-se que uma língua se enriquece na diversidade e se empobrece na "unicidade" por forçada via legal. Claro que há sempre prosaicas justificações mercantis (interesses?) em sua defesa e há quem vá ganhar com tudo isto.

Imagina-se o Governo britânico a uniformizar a grafia de vocábulos escritos nos Estados Unidos ou Austrália (v.g. "realise"/"realize", "center"/"centre" ou "labour"/"labor")? Ou o castelhano a adaptar, por lei, a escrita de certos vocábulos na Argentina?

Pequeninos geograficamente, teimamos em ser pequeninos patrioticamente. Dizia sabiamente Fernando Pessoa: "A palavra escrita é um elemento cultural, a falada apenas social".

Adivinhem o que se quer dizer com "não me pelo pelo pelo de quem para para desistir"? Na rejeitada e antiga grafia escreve-se: "não me pélo pelo pêlo de quem pára para desistir "

Já não nos chegavam os agravos à nossa língua nas tv e textos públicos, eis que os tornam agora obrigatórios. Os "supônhamos" e "houveram" de braço dado com os "suntuosos" e os "contrassensos".

Enfim, a lógica da batata. Ou da " (H)ortografia".

 

Bagão Félix - Jornal de Negócios

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