Apimente as suas monótonas páginas com um ar XXX

 

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Se é daqueles que considera determinadas páginas web demasiado sensaboronas, excessivamente minimalistas, então, ainda que de forma efémera, vale a pena ir ao Gostozeitor.com, digitar o endereço do tal site com página sem piada, submeter e depois ver o resultado.

O funcionamento é muito simples e o que faz é enfeitar, de forma aleatória, a página com uma bela florzinha.

Vale o que vale, ou seja, vale nada, mas não deixa de ser curioso ver determinada página com um toque de site XXX.

[Link]

 

- Rui Santos Sá

VirtualBooks – Toneladas de livros à borlix

 

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O Virtual Books Online é um excelente espaço onde para além de tudo disponibiliza “toneladas” de livros grátis em formato PDF. Há-os em português, inglês, francês, espanhol, italiano e alemão. Os livros estão dispostos em categorias, como

Auto-Ajuda        
Contos       
Crônica        
Diário
Ensaios    
Esotérico    
Espiritismo    
Exposição
Ficção Científica    
Filosofia    
Humor    
Novela
Paródia    
Poesia    
Relatos    
Reportagem
Romances    
Teatro

Alguns títulos em português:

AS CASADAS SOLTEIRAS Martins Pena
A Ilha do Tesouro Robert Louis Stevenson
A Aia Eça de Queirós
A Alma do Lázaro José de Alencar
A ALMA ENCANTADORA DAS RUAS João do Rio
A Árvore Que Queria Voar Roberto Schima
A Barba do Diabo Anônimo
A Capital Federal Artur de Azevedo
A Carne Júlio Ribeiro
A Carta Pero Vaz de Caminha
A Cartomante Machado de Assis
A Casadinha de Fresco Artur de Azevedo
A Chave Machado de Assis
A Cidade e as Serras Eça de Queirós
A Condessa Vésper Aluísio Azevedo
A Confissão De Lúcio Mário de Sá Carneiro
A Conquista Coelho Netto
A Cozinha da Bruxinha Anne Glauce Freire

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Marco Dias

Revista ILUSTRAR – 16 - 17

 

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Desde a nossa última indicação à ILUSTRAR, revista brasileira de arte e design, em formato PDF, já estão disponíveis as edições 16 e 17, repletas de bons artigos e excelentes ilustrações.

Como sempre, imperdível!

[16 Link]

[17 Link]

 

- Joana Paiva

O que o mundo come…

 

Num curioso trabalho do fotógrafo Peter Menzel para o livro  "Hungry Planet" divulgado em parte pelo TIMES,  são apresentadas diversas famílias de diferentes países e com alguns dados do que estas consomem em média em comida durante uma semana.

O trabalho apresenta fotografias com as diferentes famílias reunidas à volta dos produtos alimentares necessários à preparação das refeições.

Claro está que este trabalho vale o que vale, mas serve para ilustrar algumas realidades e diferenças entre países mais desenvolvidos e alguns países pobres.

Interessante a forma mas desagradável a conclusão. Não deixe de ver.

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- Daniela Souto

AutoCad LT com 300 euros de desconto

 

Para fazer frente ao actual contexto económico. Até ao próximo dia 31 de Julho, a Autodesk está a oferecer um desconto de 300 euros na compra do AutoCAD LT, revelou a empresa em comunicado.

fonte e resto da notícia:

[Computerworld]

- Ainda vai a tempo. O LT é uma versão mais ligeira do AutoCad (que vai na versão 2011) e as grandes diferenças resumem-se basicamente à falta dos módulos de desenho 3D, bem como não disponibiliza opções de integração de scripts (como rotinas AutoLisp) e plugins. Apesar disso, no essencial é em tudo semelhante.

 

- Daniela Souto

Sinto garrolitas vulvae na minha vagina

 

A Web é um mundo deveras surpreendente onde a cada passo encontramos coisas sérias, coisas a brincar, coisas sérias tratadas a brincar e coisas a brincar tratadas de forma séria.

Nesses encontros imediatos, somos de facto surpreendidos e por vezes nem sabemos como reagir, se com naturalidade, se com desprezo, se a rir ou a chorar.

Como nos diz Jean de La Bruyére, “É preciso rirmos antes de sermos felizes, sob pena de morrermos antes de ter rido”, ou então “ Um dia perdido é aquele em que não nos rimos”, como diria Sébastien-Roch Chamfort.

Serve este intróito para chamar a atenção, a curiosidade e o humor que encontramos num simples artigo no blog “Coisas Nú Feminino”, nomeadamente a resposta à elementar questão de uma leitora: “Sinto ar na minha vagina”.

Saiba a resposta, nu feminino.

 

- Luis Gama

SIG – Vila Nova de Gaia

 

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Cada vez são mais frequentes as Câmaras Municipais a disponibilizaram aos seus múnicipes e população em geral um sistema de informação geográfica – SIG, disponibilizando desse modo uma importante ferramenta, não só sob um ponto de vista de uso e consulta técnico-profissional e da gestão do território e sua compreensão, mas também numa perspectiva lúdica, que interessa a trabalhos escolares, pessoais, etç.

Hoje damos o conhecer o SIG da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia. Pelos testes efectuados, não se dá com o Firefox, estando por isso adequado ao IE. Necessita do plugin Autodesk MapGuide Viewer. Apesar disso tem boa navagabilidade, com as ferramentas habituais de zoom e pan e possibilita o acesso à cartografia do PDM e ordenamento, como carta de sensibilidade a ruído, risco de incêndio, ortofotomapas, regulamentos, ferramantes de medição e impressão. É claro que falta sempre algumas coisas, que até se enontram em outros sistemas SIG congéneres, como controlo da escala de impressão e obtenção de coordenadas. Algumas opções, como colocar anotações e polígonos só através do fórum.

[Link]

- Joana Paiva

As 10 mulheres mais sexy do universo da Banda Desenhada

 

 

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O blog The Toilet Paper  elegeu a lista do que considera serem as 10 personagens femininas mais sexy do universo da Banda Desenhada. Com a particularidade de todas elas já terem tido a versão em cinema ou televisão, interpretadas igualmente por belas mulheres, esta lista pode não ser concensual mas não deixa de ser uma boa lista, ou antes, uma bela lista.

Do jornal i deixamos aqui a lista e uma breve descrição de cada uma das heroínas:

Catwoman: DC Comics,1940. Apareceu de chicote em punho como vilã de Batman e mais tarde resolveu combater o crime por sua conta e risco. A encarnação no cinema em 2004 foi responsabilidade de Halle Berry.

Mulher Maravilha: DC Comics, 1941. Os apetrechos de combate ao crime incluiam, entre outros, um avião invisível e braceletes indestrutíveis. A primeira adaptação ao cinema, em 1974, ficou a cargo de Cathy Lee Crosby no filme homónimo da personagem.

Mulher Invisível: Marvel Comics, 1961. Membro do grupo de heróis Fantastic Four. Tem o poder de ficar invisível e de gerar campos de força, igualmente invisíveis. Fantastic Four foi adaptado ao cinema em 2005, no qual Jessica Alba fez de Mulher Invisível.

Black Widow: Marvel Comics, 1964. O verdadeiro nome é Natasha Romanoff e teve um grande treino militar na Rússia. Ainda que não tenha tido um filme próprio, Scarlett Johansson encarnou o seu papel em Iron Man 2, deste ano.

Vampirella: Warren Publishing, 1969. É uma super heroína que, muito antes da série de livros da Stephenie Meyer, era uma vampira com super força e que podia mudar de aparência. A transição para o cinema foi feita em 1996 com a actriz Talisa Soto.

Power Girl: DC Comics, 1976. Uma das muitas personagens que se aproveitaram do sucesso do Super Homem e se basearam muito nele.

Mystique: Marvel Comics, 1978. Habilidosa em combate e tem a capacidade de mudar de aspecto. Fez a primeira aparição no cinema em 2000 no filme X-Men com a actriz Rebecca Romijn.

Elektra: Marvel Comics, 1978. É uma ninja assassina que usa dois sai. Apareceu nos livros do Daredevil, e inclusivé no filme do mesmo em 2003 encarnada pela actriz Jennifer Garner. Mais tarde, em 2005, teve direito a um filme próprio que continuava a sua história no primeiro.

Rogue: Marvel Comics, 1981. Rogue tem o poder de absorver temporariamente os poderes dos outros com um simples toque da sua pele. Apareceu no cinema no filme dos X-Men em 2000 e respectivas sequelas com a actriz Anna Paquin.

Silk Spectre II: DC Comics, 1986. Tomou o lugar deixado pela sua mãe quando se reformou, e como tal é a segunda. Ao contrário das outras super heroínas comuns, não possui qualquer poder especial, à semelhança dos outros protagonistas de Watchment. A presença no cinema foi marcada pelo filme da banda-desenhada que estreou em 2009, onde é representada pela actriz Malin Âkerman.

 

Outras belas e sexys mulheres, conhecidas da 9ª arte, mesmo que sem as correspondentes na versão cinema ou televisão, poderiam igualmente figurar nesta ou noutra lista. Mesmo sem o papel de heroínas ou figuras principais, eis por exemplo: Aleta, de Príncipe Valente, Narda, de Mandrake, Diana Palmer, do Fantasma, Pamela de Kalar, Lois Lane, de Superman, Mary Jane, de Spiderman e muitas outras.

 

- Marco Dias

Plano de Acessibilidades – Memória Descritiva

 

Na senda do que já fizemos relativamente a uma memória descritiva para um projecto de arquitectura, deixamos hoje uma versão típica para uma Memória Descritiva para um Plano de Acessibilidades. NO caso trata-de de uma moradia de Cave (onde se localiza a garagem) e Rés-do-Chão onde se localiza a zona de habitação, contendo um banho acessível bem como a cozinha e um dos quartos.

Julgamos que pode ser uma boa orientação para quem dela tem necessidade.

 

Plano de Acessibilidades – Memória Descritiva

Identificação do requerente / Localização da obra:

Nome: Carlos Andrade Pereira Gião Silveira

Morada: Rua dos Becos – Sertanelha – Capaçães

Local da Obra: Rua das Almôndegas - Capaçães

 

Introdução:

A presente memória refere-se à descrição das soluções de detalhe métrico, técnico e construtivo, demonstrando o cumprimento das disposições aplicáveis no caso concreto, definidas no Decreto-Lei n.º 163/2006 de 8 de Agosto, onde é regulado o espaço construído no sentido de o tornar acessível a todos, nomeadamente a pessoas com mobilidade condicionada. Trata-se da definição dos procedimentos construtivos para dar resposta ao regime das acessibilidades. Procura-se explicitar as opções tomadas em função do compromisso entre o desenho e o cumprimento das normas descritas em anexo do referido decreto-lei. As soluções abordam o espaço público adjacente, nomeadamente o passeio público adjacente, os percursos desde do arruamento público até à entrada principal da moradia, assim como o percurso desde do aparcamento até ao pavimento da entrada principal. Foi estudado o espaço interior, no sentido de dar resposta às exigências da legislação sobre as acessibilidades.

Espaço público:

O passeio público a construir deverá cumprir as normas da acessibilidade, sobretudo no que respeita à largura mínima.

O passeio é inclinado, pelo que exige a criação de uma zona de transição para garantir a continuidade do percurso acessível na propriedade privada. O ponto 4.3.1 do anexo do referido Decreto-Lei especifica 1,20 m como largura mínima livre desimpedida de quaisquer elementos obstrutores para percursos pedonais, sendo 1,50 m, o especificado no ponto 1.2.1 para passeios adjacentes a vias principais e vias distribuidoras. Independentemente da consideração da natureza das vias públicas no caso concreto, a largura livre é de 1,50 m, garantida pela não previsão da instalação de mobiliário urbano sobre o passeio, ou outra forma de obstrução do percurso acessível. A localização dos portões de entrada nas áreas exteriores privativas não condiciona esta dimensão. O pavimento do passeio deverá ser contínuo e os ressaltos no pavimento só poderão existir nas soleiras dos portões de entrada nas propriedades privadas e terão dimensões para a marcação de zonas para rotação 360º, sendo colocados os portões de entrada no domínio privado em plataformas completamente niveladas.

Na área da nossa intervenção, o espaço público deverá cumprir os requisitos da acessibilidade definidos no Capítulo I, secção 1.1 das “Normas técnicas para melhoria da acessibilidade das pessoas com mobilidade condicionada” do referido Decreto-Lei, nomeadamente quanto à continuidade, à ligação ao lote construído e à largura mínima livre medida ao nível do pavimento, definida na secção 4.3.

Não se prevêem elementos que obstruam uma altura mínima livre de 2,40 m, tal o especificado no ponto 4.5.1, assim como objectos salientes colocados nos muros que ponham em causa a largura e a altura mínimas livres. Neste caso não se aplica o especificado na secção 4.6 porque não se prevêem objectos salientes.

Em relação aos revestimentos dos pisos, este deverá ser durável, tal o exigido na secção 4.7. As juntas das peças não deverão ter profundidades ou ressaltos superiores a 0,005 m. O pavimento deverá permitir ainda uma rápida drenagem das águas pluviais. Não se prevêem ressaltos no piso que comprometam a continuidade do pavimento, pondo em causa as condições de acessibilidade do mesmo.

De resto, não se prevêem escadarias ou outros elementos que exijam cuidados específicos no passeio público.

Percurso acessível desde do arruamento público até à entrada principal da moradia:

Em relação ás áreas privativas exteriores, deu-se resposta em função do especificado na secção 2.1, no que diz respeito à criação de pelo menos um percurso acessível que proporcione o “acesso seguro e confortável das pessoas com mobilidade condicionada entre a via pública, o local de entrada/saída principal e todos os espaços interiores e exteriores que o constituem”. De uma forma geral, os percursos acessíveis aqui descritos foram equacionados em função das disposições definidas no Capítulo 4 do anexo da referida legislação.

Dadas as características do terreno, assim como a cota de soleira definida, não foi possível marcar um percurso directo, sem alternância de cotas, até à respectiva entrada principal. O percurso exige a alternância de cotas, com um vencimento em altura de 0,37 m, e será executada através de dois degraus perfeitamente regulamentares. Paralelamente, prevê-se condições espaciais e técnicas para a eventual aplicação de uma plataforma elevatória sobre os degraus. O lanço desenvolve-se em duas alturas dimensionadas com 0,175 m, sendo os patins dimensionados com 0,30 m, respeitando o especificado no ponto 2.4.3. A largura do lanço é superior a 1,20 m, respeitando o especificado no ponto 2.4.1. As plataformas na base e no topo da escada possuem dimensões medidas na direcção do movimento superiores ao especificado no ponto 2.4.2, sendo que na base é garantido espaço para rotação de 360º, dado que se trata da plataforma de entrada. Na base e no topo de cada lanço serão aplicadas faixas de material táctil de cor contrastante, tal o especificado para percursos acessíveis na via pública no ponto 1.3.1., assim como faixas antiderrapantes e de sinalização visual com uma largura não inferior a 0,04 m e encastradas junto ao focinho dos degraus. Os degraus não possuem elementos salientes nos planos de concordância entre o espelho e o cobertor, tal o exigido na secção 2.4.6. Os focinhos dos degraus serão boleados com raio de curvatura de 0,01 m, tal o definido no ponto 2.4.3. Dado que a escada vence uma altura inferior a 0,40 m, não será necessário possuírem corrimãos em ambos os lados, tal como o exigido no ponto 2.4.8, respeitando o especificado no ponto 2.4.9 e, de uma forma geral, o especificado na secção 4.11.

O desenho da plataforma elevatória, representada nas peças desenhadas do presente plano de acessibilidades, é baseado na plataforma para cadeiras de rodas Hiro 350 ou similar. Adoptamos as dimensões de 0,80 m por 1,00 m para a base, respeitando o especificado no ponto 2.7.1. Estão garantidas as zonas livres mínimas de entrada e saída da plataforma, especificadas no ponto 2.7.3. Possui anteparo lateral de 0,10 m e barras de protecção rebatíveis accionadas pelo utilizador. Prevê-se que a precisão de paragem da plataforma em relação ao piso não seja superior a 0,02 m, tal o exigido no ponto 2.7.2. A plataforma elevatória seleccionada deve ter barras de protecção no seu acesso, dado que vencem desníveis superiores a 0,75 m. Os cálculos do projecto de estabilidade deverão prever a possibilidade da colocação desta plataforma elevatória, em função do seu peso e dos seus apoios, que no caso concreto serão na laje da própria escada. O projecto de estabilidade, a ser enviado juntamente com os outros projectos das diversas especialidades, foi calculado em função das forças exercidas pela aplicação dos corrimãos e da eventual plataforma elevatória sobre o pavimento.

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Plataforma vertical Hiro 350 – exemplificando duas situações da plataforma – a exterior é a mais apropriada ao caso concreto

Este percurso acessível que procuramos materializar será o mesmo que os outros indivíduos que não tenham mobilidade condicionada deverão usar. Procuramos garantir uma largura livre nunca inferior a 1,50 m e demarcar nas áreas de transição zonas de rotação de 360º, ou seja, espaços nivelados que permitam a marcação de círculos com diâmetro de 1,50 m.

O arruamento pelo qual se coloca o portão de entrada que permite o acesso à entrada principal, não apresenta, como referido, uma inclinação, pelo que foi pacífica a colocação do portão de entrada sobre uma soleira com um ressalto nunca superior a 0,02m e com respectiva aresta boleada com um raio de 0,02 m.

O revestimento dos pisos deverão ter condições de resistência e durabilidade que acreditamos respeitar o especificado na secção 4.7, nomeadamente no equilíbrio dos reflexos das superfícies que devem localizar em valores compreendidos entre 15% e 40%, com cores nem muito claras nem muito escuras, tal o definido no ponto 4.7.2. As placas serão colocadas de forma a garantir continuidade com os outros materiais de revestimento do pavimento, nomeadamente no percurso acessível, não sendo previsto ressaltos no piso superiores a 0,005 m. Não é prevista qualquer inclinação transversal à direcção do percurso acessível.

O portão de entrada para peões terá uma largura útil mínima de 0,97 m, medida quando a respectiva folha se encontrar em ângulo de abertura de 90º, considerando uma folha com espessura de 0,03 m e largura de 1,20 m. É garantido junto às ombreiras de cada portão uma largura de 0,45 m de espaço livre, sendo também garantidas as zonas livres de manobra especificadas no ponto 4.9.6. O portão terá puxadores do tipo muleta tubular, aplicados em ambas as faces, colocados a 0,90 m de altura em relação à cota de soleira e afastados da ombreira 0,06 m, tal como o especificado nos pontos 4.9.9 e 4.9.10. Prevê-se ainda a eventual aplicação de barras horizontais com uma extensão de 0,30 m, colocadas a 0,84 m da cota de soleira, na meação da folha do portão, tal o especificado no ponto 4.9.11. A força necessária para fazer operar a porta, puxar ou empurrar, deve respeitar o especificado no ponto 4.9.13 do citado Decreto-Lei, ou seja, não deve ser superior a 22N, excepto as portas corta-fogo onde o valor pode ser superior.

Á entrada na moradia, o espaço de chegada garante área para definição de uma zona de rotação de 360º, tal o especificado no ponto 2.2.1. Este espaço tem uma altura livre de 2,50 m, respeitando o ponto 4.5.1, onde é definido que os espaços não encerrados não devem ter uma altura inferior a 2,40 m. Por seu lado, a porta de entrada tem uma altura útil de 2,10 m, superior ao especificado no ponto 4.9.2, que especifica 2,00 m no mínimo. De referir que as soleiras não ultrapassam 0,02 m de altura, sendo o vértice visível boleado com um raio de curvatura de 0,02 m, dentro do exigido na secção 4.8.

As ombreiras da porta da entrada principal respeitam os espaços mínimos exigíveis, possuindo zonas de manobra especificadas no ponto 4.9.6, dispondo no interior, em ambos os lados, pelo menos 0,30 m. De uma forma geral, a porta possui zona de manobra desobstruída com as dimensões estipuladas no ponto 4.9.6. Cumprindo o ponto 2.2.3, a folha da porta de entrada no fogo terá a largura de 1,00 m, garantindo largura útil de passagem de 0,97 m quando aberta a 90º, adoptando uma folha de 0,03 m de espessura. O puxador da porta será do tipo muleta tubular, sendo aplicado a 0,90 m de altura em relação à cota de soleira, em ambos os lados, e afastado da ombreira adjacente 0,06 m, tal o especificado nos pontos 4.9.9 e 4.9.10. Para além do puxador do tipo muleta tubular, prevê-se a eventual aplicação de barra horizontal com extensão de 0,30 m sobre ambas as faces da folha da porta, colocadas a 0,84 m de altura, tal o especificado no ponto 4.9.11. A força necessária para fazer operar a porta deve respeitar o especificado no ponto 4.9.13, ou seja, não deve ser superior a 22N. De resto, prevê-se a colocação de marcas de segurança em forma circular sobre os grandes panos envidraçados, colocados no centro e a 1,35 m de altura em relação à cota de soleira, respeitando o especificado no ponto 4.9.14.

Em conclusão, acreditamos que o percurso materializado entre o portão de entrada e a entrada principal no fogo respeita satisfatoriamente os requisitos da acessibilidade.

Percursos acessíveis no interior do fogo:

Os espaços internos terão qualidades para se tornarem acessíveis.

A cozinha terá espaço para a marcação de zonas de rotação de 360º, sem a obstrução do mobiliário. As portas terão os espaços de manobra exigíveis e serão dotadas de puxadores do tipo muleta tubular, afastados das respectivas ombreiras 0,06 m e colocados a 0,90 m de altura em relação ao respectivo pavimento. As portas interiores terão uma largura livre de pelo menos 0,77 m, medida quando a respectivas folhas se encontrarem abertas a 90º. As portas exteriores possuirão soleiras com ressaltos não superiores a 0,02 m, sendo as arestas boleadas.

Os percursos no interior das habitações respeitarão a largura mínima de 1,10 m especificada no ponto 3.3.2. Os degraus existentes terão condições técnicas e espaciais para poderem receber plataformas elevatórias sobre os degraus.

Sendo obrigatório a sua aplicação no caso concreto, os corrimãos propostos respeitam o especificado no ponto 2.4.9, nomeadamente às alturas exigidas e o prolongamento mínimo necessário na base e no topo de cada lanço, cerca de 0,30 m. Em associação aos corrimãos duplos previstos em ambos os lados do percurso, projecta-se também guardas em tubo de aço inox com secção inferior à dos elementos prenseis dos corrimãos.

O desenho da plataforma elevatória, representada nas peças desenhadas do presente plano de acessibilidades, é baseado na plataforma para cadeiras de rodas Hiro 350 ou similar. Adoptamos as dimensões de 0,80 m por 1,00 m para a base, respeitando o especificado no ponto 2.7.1. Estão garantidas as zonas livres mínimas de entrada e saída da plataforma, especificadas no ponto 2.7.3. Possui anteparo lateral de 0,10 m e barras de protecção rebatíveis accionadas pelo utilizador. Prevê-se que a precisão de paragem da plataforma em relação ao piso não seja superior a 0,02 m, tal o exigido no ponto 2.7.2. A plataforma elevatória seleccionada deve ter barras de protecção no seu acesso, dado que vencem desníveis superiores a 0,75 m. Os cálculos do projecto de estabilidade deverão prever a possibilidade da colocação desta plataforma elevatória, em função do seu peso e dos seus apoios, que no caso concreto serão na laje da própria escada. O projecto de estabilidade, a ser enviado juntamente com os outros projectos das diversas especialidades, deverá ser calculado em função das forças exercidas pela aplicação dos corrimãos e da eventual plataforma elevatória sobre o pavimento.

Serão tomadas considerações especiais no banho geral. Será por isso respeitado o especificado na secção 2.9. A disposição das peças sanitárias, lavatório, sanita, bidé e banheira, garantem zonas livres de permanência junto à sanita e banheira (0,75 m x 1,20 m), tal especificado na secção 4.1, assim como área para a marcação de uma zona de manobra para rotação de 360º.

Está prevista a capacidade de colocação de barras de apoio, tanto na sanita, como na banheira, conforme o especificado no 2.9.4 e no 2.9.7, respectivamente. Previu-se também a possibilidade de colocação de um acento sobre a banheira conforme o especificado 2.9.7. As paredes adjacentes à sanita e á banheira deverão ter qualidades construtivas para a possível aplicação de barras de apoio, conforme o especificado nos pontos 2.9.4 e 2.9.7, respectivamente.

Dado que se trata de um banho de uso geral, não sendo apenas usado por pessoas de mobilidade condicionada, a altura adoptada para o lavatório será de 0,90 m, ou seja, adaptada para um maior número de tipos de utilizador, dado que a altura de 0,80 m, sugerida no ponto 2.9.13 para o bordo do lavatório acessível, é apenas confortável para uso de uma pessoa em cadeira de rodas. O lavatório proposto respeita, contudo, a zona livre de alcance lateral definida pelo ponto 4.2.2.

Em relação aos corrimãos, o perfil dos elementos preênseis será circular e terá um diâmetro de 0,04 m. Deverão estar afastados 0,04 m dos planos verticais adjacentes. Se não for possível este corrimão, os elementos preênseis devem ter um perfil circular de diâmetro compreendido entre 0,035 m e 0,05 m, tal o especificado no ponto 4.11.1. São definidos dois elementos prenseis, localizados respectivamente a 0,90 m e a 0,75 m, medidos desde o pavimento até ao topo de cada elemento. Os corrimãos serão fixos, livres de quaisquer obstruções e não rodarão dentro dos suportes, tal o exigido no ponto 4.11.5. Quanto ao desenho dos corrimãos, optou-se pelas formas arredondadas, evitando extremidades projectadas perigosas ou arestas vivas, pretendendo com isto respeitar o estipulado no ponto 4.11.4. Complementarmente, o material dos corrimãos não deverá ser abrasivo. Serão aplicados em elementos verticais intermédios em aço inox, apoiados no pavimento. Estes elementos verticais estarão posicionados de forma a não obstruir a passagem da pessoa com mobilidade condicionada. Eles devem ser fixados de acordo com os desenhos à escala 1:10 do Plano de acessibilidades. De uma forma geral e como o referido, estes elementos respeitam o especificado na secção 4.11.

Percursos acessíveis desde da área de aparcamento automóvel até aos respectivos pavimentos das entradas principais:

Em relação aos percursos acessíveis desde do aparcamento até ao pavimento da entrada principal não se consideram procedimentos especiais. O percurso implica a passagem por duas portas com características espaciais iguais às portas interiores, sendo necessário o uso da escada ou plataforma elevatória sobre degraus.

Dentro do aparcamento são garantidos espaços para a definição de zonas de rotação de 360º. Tal como o permitido no ponto 3.2.6, não se prevêem lugares de estacionamento específicos para veículos de pessoas com mobilidade condicionada, visto que a lotação é inferior a 13 lugares.

Procedimentos Específicos na materialização da rede de percursos acessíveis:

Materializa-se percursos acessíveis comuns a todos os utilizadores, quer estes tenham mobilidade condicionada, quer não tenham, respeitando o ponto 2.1.3.

É dada resposta ao ponto 2.1.1 no que se refere à criação de um percurso acessível entre a via pública e entrada/saída principal, e todos os espaços interiores e exteriores do edifício em questão, à excepção de alguns espaços com funções equivalentes, situação enquadrada no ponto 2.1.2, alínea 1).

As dimensões dos espaços exteriores de acesso às portas principais da moradia têm condições para a inscrição de zonas de manobra para a rotação de 360, ou seja a inscrição de um círculo de 1,50 m de diâmetro, tal o exige o ponto 2.2.1. A largura útil de cada porta será de pelo menos 0,87 m, tal o especifica o ponto 2.2.3.

Os corredores internos do fogo terão pelo menos 1,20 m de largura (ponto 2.3.1), embora pudesse ter pelo menos 1,10 m, tal excepção permitida para habitação. No entanto há zonas com largura superior que permite a marcação de zonas de manobra para a rotação ou mudança de direcção (ponto 2.3.3), não existindo uma extensão superior a 10,00 m.

A escada existente entre a Cave e o Rés-do-Chão poderá ser enquadrada no percurso acessível. A escada possui a largura de 1,05 m, enquadrando-se nas exigências para habitação. Possui patamares de descanso, superior e inferior, com pelo menos 1,20 m de profundidade, medidos no sentido do movimento (ponto 2.4.2, alínea 1)). As características dos degraus cumprem o ponto 2.4.3, ou seja, os patins possuem a profundidade de 0,30 m e os espelhos a altura de 0,18 m. Junto aos focinhos dos degraus serão encastrados fachas de material táctil anti-derrapante de cor contrastante com largura de 0,06 m. Os focinhos dos degraus não terão elementos salientes e serão boleados com um raio de 0,01 m. As escadas possuem corrimãos num só lado, a uma altura de 0,90 m.

Em conclusão, julgamos dar satisfatoriamente cumprimento ao Decreto-Lei n.º 163/2006 de 8 de Agosto.

 

Capaçães, 31 de Fevereiro de 2010

O técnico:………………………….…

 

- Anabela Pereira

Quando a criatividade não tem limites

 

Brinquedos antigos, fora de uso e estragados, muita imaginação e criatividade.
O artista plástico Robert Bradford  encontrou assim uma solução para o aproveitamento dos inúmeros brinquedos fora de uso dos seus filhos, transformando-os em vistosas peças de arte.

Numa segunda fase, Bradford começou a integrar outros elementos e objectos de uso doméstico e os resultados, plenos de cor, são de facto espectaculares.

[Link]

- Joana Paiva

A minha galinha é tão esperta como o polvo adivinho

 

 

De repente temos toda a gente a falar dos poderes ocultos do oráculo e adivinho polvo Paul, que vive no aquário Sea Life em Oberhausen - Alemanha. É de facto um fenómeno na Internet e parece que a sua fama reside em "ter adivinhado" o desfecho de 5 ou 6 jogos do Mundial de Futebol 2010, incluindo o resultado da final que ontem os nossos vizinhos espanhóis venceram frente aos holandeses. Faltou ter adivinhado o resultado e o autor do golo.
Tamanho feito residiu na opção do polvo Paul polvo ir comer a uma de duas caixas exactamente iguais no tamanho e no isco que continham, apenas diferenciadas pela bandeira de cada país colada em cada gaiola. Ou seja, uma difícil opção de 50/50.

Posso garantir que desde que a notícia veio a público, ainda a Alemanha estava em jogo, fiz exactamente o mesmo teste em uma dezena de jogos, incluindo os quartos, meia-final, apuramento para o terceiro/quarto lugares e  final, mas não com um polvo nem lula (também tida como inteligente), mas com uma das galinhas poedeiras que a patroa da casa tem num galinheiro doméstico no quintal da casa. O raio da galinha escolheu sempre a minhoca gorda na gaiola atribuida à selecção que sairia vencedora.

Ora mesmo considerando que as galinhas não são propriamente bons exemplos de inteligência, antes pelo contrário e em oposição aos polvos, tidos como inteligentes ao nível dos nossos melhores políticos governantes, ninguém deu o justo valor à minha galinha nem esta teve o mesmo reconhecimento global. Bem sei, faltou-me chamar a atenção dos média e antes disso publicar um vídeo no Youtube e inscrever o acontecimento no Facebook ou no Twitter.


Este caso ridículo do polvo recorda-nos que a internet, aliada aos média, transformou-se nos dias de hoje num autêntico e potente amplificador que transforma o mais inibido e discreto pedinho dado na intimidade da casa de banho  num estrondoso peidão decibélico cujo eco troa instantaneamente ao nível global, em todo o planeta.
Para além da mera (mesmo que feliz) coincidência em meia dúzia de palpites tipo 50/50, e faltando saber até que ponto o polvo respondia instintivamente aos efeitos provocados pelas cores das grandes bandeiras estampadas nas gaiolas, torna-se contudo mais fácil de acreditar que estamos perante um novo Zandinga de 8 braços do que compreender que de repente meio mundo fique impressionado com tal façanha de um bicho apreciado sobretudo em bifes à lagareiro, regados de azeite e acompanhados de batata-a-murro, como se para além da capacidade de adivinho tenha ainda a capacidade de fazer uma análise à realidade do futebol actual e das diversas selecções a ponto de determinar o resultado.

Estou convencido que a ser assim, esse polvo deveria ser já contratado pela Federação Portuguesa de Futebol e seria bem mais útil do que um metódico Queiróz que para além de tudo passou a campanha do Mundial 2010, incluindo a fase de apuramento, a tentar adivinhar plantéis e a fazer palpites e que, no final feitas as contas, sairam todos furados. De todo o modo, mesmo para adivinhar muito do que aconteceu, incluindo a paupérrima prestação do CR7, promovido a papá, até a minha galinha poedeira serviria na perfeição mesmo com a fama de estúpida.


Santa ignorância e inteligência de galinha.

 

- Rui Santos Sá

imgur – Image sharer

 

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Pode ser apenas mais um serviço de hospedagem/partilha de imagens, mas este Imgur vale desde logo pelo bom aspecto e para já menos poluído de publicidade ao contrário do que sucede com o ImageShack, por exemplo,  também pelo bom funcionamento e por algumas opções interessantes. Para lém das funcionalidades comuns a muitos outros serviços, permite integrar no Firefoz o Imgur Uploader e no Chrome a extensão Imgur The World bem como outras ferramentas.

Uma funcionalidade interessante é definir o nível de compactação da imagem. É compatível com os seguintes formatos de imagem: JPEG, GIF, PNG, APNG, TIFF, BMP, PDF, XCF.

[Link]

 

- Joana Paiva

A Playboy portuguesa – Ejaculação precoce

 

A polémica (previsível?) não se fez esperar e a Playboy Entertainment não foi em contemplações: vai rescindir contrato com a edição portuguesa.

Theresa Hennessy, vice-presidente do departamento de relações públicas da Playboy Entertainment, em declarações ao site Gawker, garantiu que a empresa não aprova a capa ou as imagens da sessão fotográfica: «Não teríamos aprovado a publicação, se a tivéssemos visto antecipadamente. Como resultado, vamos rescindir o contrato com Portugal».

(fonte e resto da notícia: Destak)

Era mais que previsível. De tão fraca fraca, adivinhava-se para breve o encerramento da Playboy versão portuguesa. Pelo anúncio das cólicas e contracções da barriga, este desfecho é assim uma espécie de caganeira anunciada e só poderia dar em merda.


É verdade que o anúncio até poderá dar uma volta, um dito por não dito, mas certamente que a posição dos responsáveis pela PBP nunca mais será a mesma.
A ostra estragada que desencadeou este última caganeira, foi uma suposta homenagem ao recente defunto Saramago, e ao seu livro Evangelho Segundo Jesus Cristo. O ensaio, para além de polémico, como se esperava, saíu fraco e ridículo, mesmo numa óptica meramente artística e foi pior o soneto do que a emenda.


Depois de uma série de edições a pender para o rasca, de fazer corar a Gina, uma playboy de caserna e adaptada às investidas seminais dos recrutas, essa sim eficaz na arte e engenho da punheta, os inteligentes da PBP entenderam que depois de trabalhos de amador no elixir da longa vida chamado Photoshop e abundância de silicone nas prateleiras, estava na altura de apimentar a coisa e para isso nada melhor que ir ao baú buscar a velha fórmula de mexer na religião, uma espécie de plano B, sobretudo brincando com os valores tão caros aos milhões de católicos.

De centenas de revistas desfolhadas, em edições prestigiadas como a  Playboy americana a brasileira e outras, nunca se viu tão fraca qualidade nem essa mistura de alhos com bogalhos como nas escassas edições nacionais. A fórmula de sucesso da Playboy é pública e ao contrário de um molho de francesinha, são conhecidos desde há décadas os ingredientes e quantidades certas: Mulheres espectaculares, fotógrafos profissionais e nada de pingarelhos e acessórios desnecessários para além de uns colares ou uns piercings, mesmo que na vagina das girls. Misturar religião, mesmo que com um cristo com ar de palerma como quem está a conter uma ejaculação precoce debaixo da túnica alugada numa loja de adereços carnavalescos, faz tanto sentido na Playboy como um pintelho no meio do esparguete, ou um esparguete escorregadio na pintilheira à hora do minete. Se é esta a ideia de tesão e da arte do incentivo à punheta, os criativos da PBP se lhes dessem mais espaço, ainda nos iriam brindar com outras pérolas.


Mas vai sendo moda, brincar a cobro da tolerância que apesar de tudo se reconhece aos católicos. Seria bem mais interessante que os editores demonstrassem que para além de um pequeno cérebro tinham grandes tomates, brincando, por exemplo, não com as suas mãezinhas, mas com a figura de Maomé. O tanas...afinal quem tem cú tem medo .

Bem, estas coisas são mesmos previsíveis, tão previsíveis como a reacção ao caso de um conhecido e respeitado blogger como um inexperiente ratito que não resiste ao cheiro a chulé de um naco de queijo preso no arame da ratoeira.  É tão fácil brincar com as palavras e os trocadilhos que nada melhor que um assunto destes para darmos largas à provocação aos valores que dizem muito a milhões de pessoas. É assim: De uns esperam-se reacções e de outros erecções, de uns ejaculações e de outros inoculações e não há quem resista ao seguidismo de um hipócrita amém quando a prosa da homilia vai no sentido de se achincalhar e foder os valores dos outros. É nestas alturas que fico fodido de não acertar assim tão à descarada no totoloto.

 

- Rui Santos Sá

DNS – Problemas de propagação

 

Para quem já teve necessidade de tranferir domínios web para novos servidores, sabe que a actualização do DNS acaba por trazer algumas chatices e demoras na reposição das páginas. Sobre a questão:

Um problema rotineiro quando se altera os DNS de um determinado domínio é o erro 404. Nesse caso isso ocorre porque os DNS não propagaram ainda. O tempo para os DNS propagarem é muito relativo e varia de lugar para lugar.

A primeiro coisa a se saber é que muitos sistemas, inclusive eu creio que o registro br, não publicam os novos dns assim que você muda eles lá no painel do domínio. Então, além de todo o processo de propagação, some aí o tempo que levará para o órgão registrador do domínio publicar os novos DNS.

A propagação varia de lugar para lugar, por exemplo regiões mais afastadas dos centros urbanos, certamente vão levar mais tempo para propagarem os dns de um determinado domínio.

Agora, uma coisa que já vi ocorrer é o seguinte, de fato os dns já haviam sido propagados mas o navegador – browser – do usuário continuava abrindo o cache do site que estava salvo no computador dele então ele continuava pensando que os novos DNS ainda não haviam sido propagados. Para resolver esse problema é simples, siga esses passos:

1- Abra o navegador web
2- No menu ferramentas procure a opção limpar histórico web, ou use as teclas de atalho Ctrl + Shift + Del
3- Nas opções marque todas, cookies, cache, logins, etc e em data ou período marque todos.
4- Clique em OK e limpe os cache do browser agora
5- Pronto, agora o seu navegador, não encontrando o cache do site no seu computador irá requisitar do servidor remoto o site

Você também pode tentar agilizar o processo de propagação de DNS, para isso faça o seguinte:

1- Abra o interpretador de comandos do windows, vá em Iniciar >> Executar >> cmd.exe
2- Na linha de comando digite: ipconfig/flushdns
3- Execute o comando acima e espere ele terminar a execução
4- Após isso, tente acessar novamente o domínio.

Caso os DNS ainda não tenham propagado, o jeito é esperar, e repetir o processo de hora em hora até resolver o sinistro.

É isso aí senhores, vimos aqui algumas características bem como algumas dicas para resolver problemas com DNS que não se propagam.

Fonte: Profissionais Web

YouConvertit – Converta diversos formatos online

 

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O Youconvertit é um serviço que permite converter diversos formatos de ficheiros, nomeadamente os mais populares, tanto em documentos como imagens, música e vídeo.


Os requisitos são básicos, apenas o fornecimento de um endereço email. Dos testes que efectuamos o desempenho foi adequado.
Por isso, para aquelas conversões rápidas, é um serviço a considerar.

Paralelamente ao serviço básico, sem necessidade de registo, de utilização gratuita, o serviço dispõe de um plano “Sign up” igualmente gratuito e que disponibiliza uma utilização mais generosa nos diferentes parâmetros, conforme se pode comparar pela tabela acima. Ainda pela mesma tabela verifica-se que há uma intenção de oferecer um serviço ainda melhor mas pago, mas por enquanto indisponível.

[Link]

 

- Joana Paiva

MyWebWill – Viver depois da morte

 

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Pode parecer uma ideia macabra mas, a pensar no interesse dos que nos são próximos, o MyWebWill é um serviço que faz sentido e que pode despertar todo o interesse.
No fundo é uma espécie de cangalheiro que, em caso de morte de um utilizador da web, permite dar um destino, definido em vida por este, às diversas contas de acesso a serviços. Efectivamente, um qualquer utilizador frequente do mundo imenso que é a Web, certamente que acaba por coleccionar um sem número de dados de registo e acesso a imensos serviços, desde a conta de email, aquele site manhoso de pornografia, o acesso ao banco, etc, etc, desde os mais úteis até aos mais inúteis.


É verdade que, morrendo-se, a não ser que exista vida e internet no além, os respectivos dados deixam de ter interesse para o defunto mas em muitos casos certamente que será do interesse deixar ou transmitir essa informação a pessoas próximas, uma espécie de herança.
Com tudo isto, o serviço, pela responsabilidade que integra e pressupõe, tem um custo de utilização.
Por isso, quem não quiser deixar as coisas desorganizadas depois da morte, que vá escrevendo um diário num qualquer livrinho de apontamentos ou então, pelo sim e pelo não, subscreva este serviço.

[Link]

 

- Joana Paiva

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