Então, tchau…. (Nem Mourinho faria melhor)

 

Cães amestrados

Triste e dormente vai um país em que um filho de uma puta sifilítica que trabalha para uma estação de televisão pejada de filhos da puta faz, no final de um jogo transmitido por esse bordel cheio de ratazanas que é a TVI, uma flash interview ao treinador do maior e mais digno clube português em termos ofensivos e acaba a noite com os dentes todos e com a capacidade de se locomover por meios próprios. É só isto.

Adenda

Nem de propósito, uma das prostitutas de maior saída no bordel, aquela ovelha do Luís Sobral, já veio vender escancarar as pernas outra vez no MaisFutebol, outro dos prostíbulos do Grupo, e defender a outra puta (que dá pelo nome artístico de Hugo Cadete). Pelo menos é gente com sentido corporativo.

[ fonte ]

 

De facto, honra lhes seja feita, passe a contundência D´Arcyana, há pessoas que têm o dom e a capacidade de responder “à altura” das “situações”, de forma “curta e grossa”, resumindo de modo objectivo o que a muitos daria para uma detalhada tese de mestrado ou doutoramento com mais ou menos caralhadas politicamente correctas.

Neste caso, não se trata ninguém por doutor, mas as coisas são postas a nú e descobertas as carecas de um certo jornalismo de “faz de conta” onde ardinas e moços de recados fazem fretes disfarçados de jornalistas no uso de uma prepotênciazinha inquisitória do “aqui quem faz as perguntas sou eu” que se esfuma como uma frágil bola de sabão com um sopro na forma de “…Então tachu!”

Nem Mourinho faria melhor.

 

- Rui Santos Sá

SEMA Show – Carradas de mulheres

 

O SEMA Show, realizado em Las Vegas,é considerado o evento tunning mais importante do mundo e, não estando aberto ao público em geral, reúne, todavia, milhares de visitantes do ramo e quase dois milhares de expositores que mostram as novidades do mercado deste conceito.
O evento, para além da componente montra e exposição, integra demonstrações, seminários, networking, etc.
Para além de tudo, a presença obrigatória das beldades, que, como noutros eventos ligados ao automobilismo, apresentam-se em quantidade e qualidade e aos pares.`


As mulheres tornaram-se assim numa espécie de pingarelhos decorativos, parte quase intrínseca das máquinas e do seu glamour. Virá o dia em que, a modos de um supermercado, na compra de um automóvel teremos direito a dois pares de meninas e quatro pares de….

No fundo, este conceito do brinde associado a um produto, é já antigo e entre nós tem destaque a farinha Amparo e os detergentes da roupa. As mulheres, apesar dos movimentos activistas em prol das igualdades, a todos os níveis, prestaram-se sempre a estes enfeites, a estas decorações e os homens, naturalmente agradecem.
Por tudo isso o SEMA Show é uma referência incontornável dos malucos dos automóveis com direito a brinde.

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- Mais beldades aqui:

 

- Rui Santos Sá

Os mapas da II Guerra Mundial

 

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Os mapas na II Guerra Mundial tinham uma importância extraordinária no planeamento das diversas operações nos diferentes teatros de Guerra. Esta imagem, mostra-nos a concepção de alguns desses mapas realizados em relevo.

 

- Joana Paiva

Ideias de artistas

 

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Interessante a criação do artista francês Julien Berthier. Trata-se de um barco concebido de modo a parecer que está a afundar. A ideia é criativa, dispendiosa e fácil de enganar quem por ele passe, certamente apressando-se a resgatá-lo.

- Joana Paiva

New York a 8 bits

 

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Uma inutilidade, mas simultaneamente uma curiosidade e uma viagem ao passado, aos anos 80. Será assim uma espécie de Google Maps no tempo dos 8 bits, correndo num ZX Spectrum ou num Commodore.

Tem a vantagem de nos trazer à realidade o salto enorme que as tecnologias informáticas transpuseram nos últimos 20/30 anos.

http://8bitcity.com/map

 

- Daniela Souto

As vantagens de um Codepits

 

Neste mundo, regido pelas leis da física e por outras mais terrenas, tudo é relativo e subjectivo. Na boleia deste pensamento, os geeks da nossa praça anseiam pela chegada do CODEBITS como um noivo pelo fim das formalidades e dos protocolos para se enfiar  no quarto com a recém-esposa. No fundo, vai dar ao mesmo pois aquilo acaba por se tornar numa espécie de copo-de-água onde se come mais do que pode e deve e onde há mais olhos que barriga.


Será mais uma espécie de encontros de motards no Verão, em Faro, só que aqui as motos são os Vaios e os Macs e não há direito a t´shirt molhada. A ter em conta o que alguns amigos frequentadores contam, aquilo será pouco mais, mas a coisa deve ser importante pois até tem um sítio oficial todo em inglês.


Jà para o Zé da Esquina de Salvaterra de Magos ou para o Manel de Vinhais, a coisa tem menos importância do que um tintol a saber a rolha.
No nosso caso, que nem somos geeks nem o Zé da Esquina, se calhar o que se espera de forma mais terra-a-terra da Sapo, mais do que essas reuniões para Geeks que se conhecem todos como numa roda de amigos das cervejolas, um pretexto para verem, serem vistos e comentados na blogosfera, é que cumpra os serviços contratados. No nosso caso, já vai a caminho de duas semanas sem linha, com um sinal ADSL reles, com muitas dificuldades de ligação e, por sorte, quando liga, com quebras constantes a arreliadoras.

Aos contactos via email a reportar o estado da coisa, o silêncio é a resposta e no telefone é a música. Bem sabemos que para além das péssimas condições da linha, que inclusive não permitem disponibilizar a velocidade contratada, o agravamento decorre de problemas causados por trovoadas, mas é deveras irritante esta ineficácia tanto na resolução como no atendimento e respectivo esclarecimento.


Por tudo isso, seria bom que a Sapo promovesse um Codepits para os consumidores se reunirem num ambiente interessante e com acessoria de meninas com maçãs para no final exprimirem as suas novidades e sugestões, não em código mas em livro de reclamações.

Zé Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira deixam o jornal A Bola – Um caso de lápis azul

 

 

A imprensa desportiva da nossa praça, mais concretamente os três jornais de tiragem diárias, há muito que deixaram de ser exercícios plenos de um jornalismo ético e independente e, ao contrário, transformaram-se em pasquins de verdadeiros exercícios que envergonham a génese e fundamentos do JORNALISMO, onde o clubismo e serventilismo há muito que deixaram de ser disfarçados. Tornaram-se numa espécie de “Os três estarolas”.

Sempre olhei com desconfiança esses produtos "confeccionados" sabe-se lá com que mãos e com que higiene. A famosa "escuta" onde um certo Teles telefona para o cozinheiro-mor Pinto a perguntar se o estufado de pato estava em conformidade com as regras do que a casa gastava", foi mais do que suficiente para ver como são confeccionados certos Jogos. Se dúvidas houvesse, foi assim uma espécie de oficialização pública do estatuto de um jornal diligente que vive de e para um clube, uma espécie de “voz do dono”.


Neste triunvirato de fraquinho jornalismo, o jornal A Bola, apesar de ser conotado com o S.L. Benfica, eventualmente por quem pretendia legitimar e equilibrar o acerrado clubismo da concorrência editorial, ainda mantinha alguma equidistância, se calhar em memória de um passado que fez do título uma referência de jornalismo composto por jornalistas Homens e homens Jornalistas. Infelizmente, parece ter perdido definitivamente essa centelha de dignidade patrimonial e juntou-se à carneirada da concorrência num nivelamento por baixo. O último episódio, de que nos fala esta notícia, é sintomático e só reforça a falta de higiene que grassa em certas cozinhas, com a agravante de por ali não entrar a ASAE. Palavras para quê? Será necessário telefonar ao cozinheiro-mor?

 

- Rui Santos Sá

Hatsune Miko – A cantora virtual

 

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Hatsune Miko, a cantora virtual que junta multidões e enche estádios. Trata-se de uma projecção holográfica 3D que simula uma figura popular do universo manga japonês. A Miko canta, dança, salta e interage com o público e este delira como se estivesse a assitir a um concerto dos U2.

Hatsune Miko foi lançada pela Crypton Future Media usando uma tecnologia do software Vocaloid.

Por este andar, os artistas de carne e osso que se cuidem.

 

- Joana Paiva

A Dita cuja

 

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Uma espécie de jogo ou entretenimento à volta da famosa marca de água, a Perrier.

É verdade que está lá a boazona da Dita Von Teese, o conceito está interessante, bem produzido, mas para algo que até mete água, é uma valente seca apesar de a Dita dar-se como peixe na água neste tipo de produções.

Vale pelo glamour da Dita, e do cenário,e pelos wallpapers.

Wallpaper 1; Wallpaper 1; Wallpaper 1; Wallpaper 1;

- Link

- Rui Santos Sá

The Day After

 

Por dois ou três dias, o país ficou a orbitar em êxtase na gravidade etéria do clássico do futebol nacional, o F.C. do Porto - Benfica, esquecendo tudo e todo o resto.

Terminado o jogo, e logo que as televisões e jornais esgotem o assunto e concluam as dissecações, autópsias e biópsias, o que só acontecerá lá para o meio da semana, o país voltará à realidade das coisas, ou seja, um país mal governado, atolado em crise, a meter água por todos os lados, enfiado num túnel em que o ténue ponto de luz que há pouco se vislumbrava  como uma esperança, algures na extremidade, foi por estes dias extinto por um orçamento que promete mais crise e mais miséria.

Mas os portugueses são bons nesta metamorfose e sempre que há um jogo de futebol desta natureza, ele passa a ser o centro de interesse, o centro do nosso pequeno universo, moldando atitudes e personalidades, absorvendo raivas e rancores.

Para além do desfecho do jogo, que pelos números diz e explica tudo, como uma ampla cesta onde cabe a qualidade individual de um Hulk, que carrega a equipa às costas, onde cabe a qualidade intrínseca do colectivo azul-e-branco e onde cabe o descalabro de uma equipa a anos-luz da qualidade da época transacta, que chegou ao Dragão já com um fosso de 7 pontos, e agravada pelos inventos em cima-do-pé do professor Pardal Jesus.

Ainda o F-C. do Porto não tinha aberto o activo, o que de resto não demoraria, e já se constatava que com as alterações no esquema da equipa, o Benfica estava a jogar com menos um central e com menos um defesa-esquerdo, para além de faltar o Aimar, ausente estando em jogo, e Saviola, que não esteve em jogo. Resumindo, um autêntico harakiri ou mais corriqueiramente, um “baixar as calças”.  Adiante, até porque com 10 pontos, mais 1 do confronto, o campeonato está decidido e só por questões de compromissos a procissão vai continuar  ritmada até ao adro de Maio onde o F.C. do Porto há-de chegar no andor.

Apesar de tudo, importa reflectir no seguinte: Era apenas uma partida de futebol na qual estava em jogo 3 pontos, os mesmos que estariam caso qualquer um dos intervenientes fosse, sem desmérito, o Olhanense ou o Cascalheira F.C. Apesar disso, todo o clima à volta da viagem do Benfica até ao Porto fez-nos transportar a ambientes de guerra e terrorismo, num qualquer Iraque ou Afeganistão e com o clube lisboeta a pernoitar numa cidade açaimada num perímetro de segurança vigiado por um dispositivo policial desmesurado mas necessário.

Este é o nosso futebol que muitos desejam que continue assim, doentio e motivo de divisões, de faccionismos e de bairrismos que colocam o país ao nível de um qualquer gueto de subúrbio. Um país que chuta para canto a gravidade dos indícios de escutas telefónicas que revelam um sistema instalado e frutífero como se em nome da legalidade se deva assobiar para o lado. 

E não se pense que estas coisas só aparecem por ocasião destes jogos e a reboque ou despoletados por "mind games" dos intervenientes; Não. Tenho estado em formação a decorrer no Porto e, nos apartes das aulas e nas conversas de corredor, durante o café ou o almoço, são recorrentes as manifestações desse bairrismo bacoco e provinciano, numa constante alusão aos "mouros", aos FDP de Lisboa e outras bacoradas que só acentuam esse clima que depois há-de enrolar-se como bola-de-neve (ou bolas de  golfe) e dasaguar às portas da cidade ou do estádio. Esta linguagem e esta forma de ser e de se pensar está presente tanto nos formandos como nos formadores e explica-se como a acendalha de outros rastilhos maiores. Face a essa crispação quase doentia, os adeptos do Benfica, mesmo que em maioria, calam-se, obviamente.


É esta a realidade e não será de surpreender que depois as coisas sejam como são e que um jogo de futebol que deveria ser um hino à modalidade e ao desporto se transforme numa batalha irracional, de extremos e de confrontos, do tudo ou nada, do mata-mata, tão inúteis como desnecessários mas, paradoxalmente, preciosos para este país, porque pelo menos têm o condão de fazer esquecer outras alarvidades e incompetências tanto na política como na economia.

 

- Rui Santos Sá

FreeApps

 

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Diga-se o que se disser, quando se adquire um PC ou um portátil, para além do que lá vem de origem, torna-se necessário dotar a máquina com alguns programas acessórios, importantes e indispensáveis mas simultanamente simples e eficazes. Genericamente são aplicações Freeware ou Open Source.


A aplicação FreeApps permite assim, de entre um vasto grupo de aplicações de diversas categorias, instalar de modo fácil e selectivo, aquelas que não podemos dispensar.
Para quem não conhece, é deveras interessante.

Categorias disponíveis:

Browsers
Communications
Anti-Virus & Firewall
Anti-Spyware
System Utilites
Office Software
Audio & Video
Imaging
CD & DVD Tools
Desktop Enhancement
File Sharing & Transfer
Compression & Backup
Runtimes & Drivers
Benchmarking
Business Software
Developer Tools
Others

[Download]

 

- Daniela Souto

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