Zoom.it

 

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O zoom.it, é um interessante serviço online, de uso grátis e sem registo, que permite incorporar um modo de visualização de imagens de grande formato numa pequena janela.
Todo o processo é extremamente simples, bastando informar o url de origem da imagem e depois da conversão, pode-se usar o link directo ou obter o código para incorporar numa página ou blog, bem como partilhar no Facebook ou Twitter.


A ferramenta, parceria do Windows Azure e Microsoft, mostra-se adequada sobretudo para a exibição de imagens de mapas e fotografias aéreas de grandes dimensões.
Usando a opção "toggle full page" a visualização extende-se a todo o monitor, bastando um "Esc" para voltar ao modo normal.

The visual dictionary - A fonte do saber


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No sítio infovisual.info, está disponível um excelente Dicionário Visual, constituído por centenas de imagens tipo cliparts (nos formatos JPG e EPS), com legendas e descrições técnicas, divididas em seis volumes: Biologia Vegetal, Biologia Animal, Corpo Humano, Música, Transportes e Vestuário.

Para além de imagens, certos tópicos estão disponíveis em vídeo ou animações.

O sítio tem opção para três línguas (inglês, francês e espanhol) e apresenta-se com um sistema de navegação e procura muito fácil e intuitivo.

Existe também uma tabela de tópicos, que pode ser acessada por ordem alfabética, um léxico dos termos e liga muitas das imagens à sua descrição na Wikipedia. Muitos dos cliparts  podem também ser visualizadas na opção de fotografia.

Excelente recurso para ilustração de trabalhos, nomeadamente de âmbito escolar.

As imagens podem ser utilizadas e partilhadas para os diversos trabalhos, sendo aconselhada a justa referência à fonte, como não poderia deixar de ser.

- The Visual Dictionary

Acredite, que é verdade

 

O Windows, sendo um fantástico sistema operativo, está, no entanto, repleto de truques, curiosidades e “ovos-de-páscoa”.

Curiosidade 1:


- Abra o notepad.
-Digite o texto:

 Bush hid the facts

Traduzindo: Bush esconde os fatos.
-Salve com um nome qualquer e feche o programa.
-Quando você abrir novamente o arquivo a mensagem estará mudada.

Curiosidade 2:


- Crie uma nova pasta na área de trabalho e coloque o nome de "con" sem aspas.
-Você não vai conseguir.

Curiosidade 3:


-Se você esta procurando um simbolo em uma fonte para usar no word e não acha, você pode desenha-la.
-Va em iniciar em seguida em executar e digite o comando "eudcedit" sem aspas.

HAHAHAHAHAHAHAHA

É o fantasma do Bill Gates......

 

Pescado aqui.

Complexification - Fractais

 

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Para os entusiastas dos fractais, o complexification.net oferece um conjunto de applets Java, cada um com interessantes variações.

A geração à rasca – O verdadeiro segredo

 

Sobre a geração à rasca, chegou-nos um interessante texto à caixa de email. Não está assinado, desconhecendo-se assim o autor e origem, mas estamos certos que pela pertinência da análise, é um fiel retrato da situação deste nosso pobre país, pelo que merece ser partilhado, embora não agrade a todos. Há verdades que não se devem dizer porque podem ferir certos idealistas.

“ Um dia, isto tinha de acontecer. Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente! Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhesas agruras da vida. Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar
com frustrações. A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infânciae na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos. Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a
minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.

Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível , dinheiro no bolso . Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.

Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o
melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas
vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.

Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu,  secou. Foi então que os pais ficaram à rasca. Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música, bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.

Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais. São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquer-coisa-phones ou ipads, sempre de última geração.

São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar! A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo
menos duas décadas. Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.

Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego , mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento e a duvidosa capacidade operacional.

Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em
sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.

Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.

Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.

Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável. Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.

Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.

Há talento e cultura, capacidade e competência, solidariedade e inteligência nesta geração? Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!

Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).

Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados
pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.

E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!

Novos e velhos, todos estamos à rasca. Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.

Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles. A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.

Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam. Haverá mais triste prova do nosso falhanço?

Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma generalização injusta. Pode ser que nada/ninguém seja assim.”

Option Font Viewer

 

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Opcion Font Viewer é uma simples mas eficaz ferramenta para visualizar os diversos tipos de fonte instalados no computador. Permite definir o texto a visualizar e nas opções de normal, negrito e itálico, bem como em diferentes tamanhos.  Possibilita a procura de fontes em diversas localizações e agiliza a sua instalação / desinstalação.

A ferramenta foi desenvolvida em Java, pelo que requer o Java Runtime. Não necessita de instalação.

Trocadilhos

 

Dizem os americanos:
"We have Barack Obama, Stevie Wonder, Bob Hope and Johnny Cash."


Dizem os portuguesas:
"Whe have José Sócrates, no wonder, no hope and no cash."

via: 4D

Lua bem cheia

 

Lua cheia de sábado é a maior dos últimos 18 anos

O mundo vai poder observar a maior lua cheia das últimas duas décadas no próximo sábado. Como é véspera de equinócio, quem paga é a Páscoa, que se vê este ano empurrada para mais tarde no calendário.

No dia 19 de Março, a lua vai parecer invulgarmente maior, porque vai ficar tão próxima da Terra como não acontecia há 18 anos, explicou à agência Lusa Rui Jorge Agostinho, director do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL).

fonte: TSF

Os incontornáveis da BD

 

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Para os entusiastas da BD – Banda Desenhada, amanhã, 2 de Março, tem início mais uma colectânea, “Os Incontornáveis da BD”, resultado da parceria jornal Público e editora Asa, que já nos tem premiado com excelentes colecções. Serão 12 álbuns duplos de grande qualidade.

Via: Kuentro

 

- JP

Às vezes futebol – S.C. Braga

 

O S.C. de Braga, depois de uma quarta-feira europeia com um jogo sofrível, contra os polacos do Lech Poznan, com uma trave milagrosa a salvar o apuramento no último minuto, voltou a marcar passo no campeonato da Liga, empatando ontem com a Naval 1º de Maio, a zero.
O que é que tem faltado a este S.C. de Braga, comparativamente com o da época transacta? O "colinho"? O favorecimento de arbitragens escandalosas que o empurraram interessadamente para uma disputa mano-a-mano com o Benfica até à última jornada? A perda de alguns jogadores nucleares? O excesso de jogos e equipas menos frescas face aos concorrentes cimeiros?
Estamos em crer que foi um pouco de cada e a equipa minhota ocupa naturalmente o seu lugar a meio da tabela, a 31 pontos do seu principal amigo.
Apesar disso, Domingos Paciência, ainda embalado pela arrogância da época anterior, continua a alimentar um discurso de choramingas, continuando a ver carumas nos olhos das derrotas e empates mas recusando-se a ver traves na forma como vai ganhando, alguns, poucos, jogos.
Por tudo isso, a posição do S.C. de Braga nesta época é exactamente a merecida para uma equipa que caminha coxa e intermitente à falta de bengalas. Com isso perdem os adeptos, que mal habituados não têm tido a fartazana das borlas e dos autocarros do ano passado.

Futebol é isto.

- Entretanto, fica aqui o link para um interessante espaço sobre o futebol e a sua história e intervenientes.

 

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