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Alterações ao Código de Estrada

 

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Estão aprovadas as alterações ao Código de Estrada. Havia alguma expectativa sobretudo no que se refere a velocípedes, vulgo ciclistas, já que tem havido um crescendo destes utilizadores nas nossas estradas.

Analisando o documento na diagonal, em que a referência a velocípede/velocípedes é feita 51 vezes, não sobressai nada de especial. A principal alteração será porventura na forma de utilizar as rotundas. É verdade que foram introduzidas algumas alterações que concedem mais segurança aos ciclistas ma no grosso pouca coisa mudou.

Sobre o assunto: link

O Código de Estrada: link

Crise? Qual crise? – Essencial PIM

 

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Não! Ainda não vivemos em crise.


Basta ver a afluência a recentes eventos, como o Rock in Rio Lisboa e os Coldplay no Porto, entre outros, para perceber que a crise ainda está longe. A própria organização do Rock in Rio Lisboa diz-nos isso mesmo num anúncio de página inteira na edição de hoje no Jornal de Notícias.

Há, pois, margem de manobra para que a troika avance com a pretensão de ver negociados e reduzidos os salários nas empresas privadas já que, pelos vistos, ainda se ganha suficientemente bem a ponto de sobrar para a diversão e entretenimento a rodos. Não tardam os festivais de Verão e mais sinais virão de que a crise é apenas uma invenção ou então uma micose que só afecta idosos e reformados, coisa a que a malta jovem está imune.


Crise? Qual crise?

 

ESSENCIAL PIM

Ora como em boa verdade não há crise e toda a gente tem trabalhinho, há que o saber gerir. Para isso recomendamos o Essencial PIM, mesmo na sua versão free, o qual mostra ser um excelente gestor de tarefas, com funções de calendário, agenda, passwords, etc. A descobrir e a experimentar, mesmo que versão portable.

- Downloads

Fórum Troca Cromos – Europeu 2012

 

 

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Agora que o Europeu de Futebol está à porta, está em plena euforia a colecção de cromos oficial editada pela Panini.

Esta editora é conhecida pela enorme quantidade de cromos repetidos que produz, pelo que na hora de rentabilizar as listas, para além da partilha e amizadas que se estabelecem, nada melhor do que participar na maior comunidade portuguesa de trocadores de cromos, o Fórum Troca Cromos.

Desde filhos a pais e até a avós, o “bichinho” pelos cromos é intemporal e remete-nos para tempos de infância. Daí que continue a ser um negócio em crescendo e aos poucos com editoras e furar o quase monopólio da Panini.

 

FÓRUM TROCA CROMOS

TDT – Como melhorar o sinal

 

 

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Neste momento, apesar do meu televisor ser novo e estar adaptado, e viver numa zona litoral, não tenho sinal de TDT. Um pouco como diz a canção…”Não, não sou o único…”. Esta é uma situção típica das reformas e mudanças que se fazem no nosso país.

Todavia, para tentar resolver as coisas, há alguns princípios que devem ser seguidos, tais como os indicados no blog TDT-Portugal , nomeadamente neste artigo.

 

- Ainda sobre o assunto: DECO

O acordo (h)ortográfico

 

 

A língua, escrita ou falada, é a expressão viva da evolução social. Particularmente num mundo sem fronteiras, com novas formas de comunicação e de relação.
A língua, escrita ou falada, é a expressão viva da evolução social. Particularmente num mundo sem fronteiras, com novas formas de comunicação e de relação.

O português – a 5ª língua nativa mais falada – não foge a essa regra.

Mas uma coisa é a absorção de modificações que se vão verificando, outra é a sua imposição por decreto. O Acordo Ortográfico é o produto não de uma evolução natural e impregnada na prática, não de uma necessidade de defesa e promoção linguísticas, mas tão-só a imposição de iluminados, que o Estado avalizou, menosprezando posições diferentes e ignorando a voz do povo soberano.

O Acordo é também uma expressão de submissão às maiorias populacionais. Neste caso, do Brasil. Esquece-se que uma língua se enriquece na diversidade e se empobrece na "unicidade" por forçada via legal. Claro que há sempre prosaicas justificações mercantis (interesses?) em sua defesa e há quem vá ganhar com tudo isto.

Imagina-se o Governo britânico a uniformizar a grafia de vocábulos escritos nos Estados Unidos ou Austrália (v.g. "realise"/"realize", "center"/"centre" ou "labour"/"labor")? Ou o castelhano a adaptar, por lei, a escrita de certos vocábulos na Argentina?

Pequeninos geograficamente, teimamos em ser pequeninos patrioticamente. Dizia sabiamente Fernando Pessoa: "A palavra escrita é um elemento cultural, a falada apenas social".

Adivinhem o que se quer dizer com "não me pelo pelo pelo de quem para para desistir"? Na rejeitada e antiga grafia escreve-se: "não me pélo pelo pêlo de quem pára para desistir "

Já não nos chegavam os agravos à nossa língua nas tv e textos públicos, eis que os tornam agora obrigatórios. Os "supônhamos" e "houveram" de braço dado com os "suntuosos" e os "contrassensos".

Enfim, a lógica da batata. Ou da " (H)ortografia".

 

Bagão Félix - Jornal de Negócios

Anna Halldin-Maule – Pintura super-realista

 

 

Anna Halldin-Maule, artista sueca, pinta quadros a óleo, num registo hiper-realista. Destaca-se o seu trabalho sobre a “nova religião” de muitas das mulheres, a das marcas e etiquetas da moda. Serão as mulheres um diabo como as AH-M as pinta, com um belo corpo, com duas pernas e uma mala no lugar da cabeça?


Her New Religion from Anna Halldin-Maule on Vimeo.

 

Alguns trabalhos:

Link 1

Link 2

Link 3

Link 4

Link 5

Link 6

Acordo Ortográfico - Guia

 

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É uma aberração, à altura dos criadores, mas é uma realidade. Para os que se preocupam em escrever de forma actualizada (atualizada), este é um bom guia para perceber o que mudou.

 

Guia Priberan

Chimecco – O espanta-espíritos

 

 

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Do artista Mark Nixon, uma construção poética, quase orgânica. Uma estrutura de tubos de alumínio, de diferentes comprimentos, suspensos na base inferior de uma ponte, em Aarhus – Dinamarca, que produzem sons accionados pelo vento.

 

- A construção.

- A notícia.

- Veja e ouça o funcionamento.

Campanhas….


Num dos blogs de referência do universo benfiquista, encontramos esta campanha:

VAMOS ACABAR COM AS IMBECILIDADES

Certamente que com algum exagero clubista na análise e propósito. mas, porque bem escrito, também com algumas verdades ou considerações quanto ao retrato de uma certa imprensa, sobretudo a desportiva.

Que mais não seja, esta campanha traz à discussão a questão da (im)parcialidade ou (in)dependência do nosso jornalismo e dos nossos jornalistas. Ora o verdeiro jornalismo e os verdadeiros jornalistas, são coisa do passado. Hoje há apenas um jogo de interesses e de grupos e questões como a ética, independência e profissionalismo, são pingarelhos fora de moda. Há é subserviência, rafeirice, mercenarismo e mercantilismo. Devemos todos estar ainda recordados de alguns “bons exemplos” ( e se não é só ir ao Youtube e procurar por “escutas + fruta + teles + jogo”) de um certo lambe-botismo puro de um “jornalista” (de referência, pois claro) a perguntar ao “chefe da fina ironia” se determinado artigo (independente, pois claro) estava a seu gosto e apaladado quanto baste e se lhe servia os propósitos. Baixo demais mas ilustrativo quanto à ética e independência da nossa imprensa, como dizíamos, essencialmente a desportiva.

Sendo assim, deixar de consumir e comprar alguma dessa imprensa de chiqueiro, será até um recomendação que tem interesses e ganhos na higiene física e mental.

A geração à rasca – O verdadeiro segredo

 

Sobre a geração à rasca, chegou-nos um interessante texto à caixa de email. Não está assinado, desconhecendo-se assim o autor e origem, mas estamos certos que pela pertinência da análise, é um fiel retrato da situação deste nosso pobre país, pelo que merece ser partilhado, embora não agrade a todos. Há verdades que não se devem dizer porque podem ferir certos idealistas.

“ Um dia, isto tinha de acontecer. Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente! Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhesas agruras da vida. Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar
com frustrações. A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infânciae na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos. Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a
minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.

Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível , dinheiro no bolso . Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.

Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o
melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas
vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.

Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu,  secou. Foi então que os pais ficaram à rasca. Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música, bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.

Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais. São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquer-coisa-phones ou ipads, sempre de última geração.

São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar! A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo
menos duas décadas. Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.

Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego , mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento e a duvidosa capacidade operacional.

Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em
sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.

Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.

Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.

Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável. Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.

Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.

Há talento e cultura, capacidade e competência, solidariedade e inteligência nesta geração? Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!

Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).

Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados
pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.

E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!

Novos e velhos, todos estamos à rasca. Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.

Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles. A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.

Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam. Haverá mais triste prova do nosso falhanço?

Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma generalização injusta. Pode ser que nada/ninguém seja assim.”

Lua bem cheia

 

Lua cheia de sábado é a maior dos últimos 18 anos

O mundo vai poder observar a maior lua cheia das últimas duas décadas no próximo sábado. Como é véspera de equinócio, quem paga é a Páscoa, que se vê este ano empurrada para mais tarde no calendário.

No dia 19 de Março, a lua vai parecer invulgarmente maior, porque vai ficar tão próxima da Terra como não acontecia há 18 anos, explicou à agência Lusa Rui Jorge Agostinho, director do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL).

fonte: TSF

Festival RTP da Canção 2011 – Aberta a caça ao voto

 

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Está aberta a caça ao voto que irá seleccionar as 10 finalistas, dizem. Para a caçada não é necessária licença de porte de arma.

Pelo estilo festivaleiro, a nossa aposta para vencedora final: Tensão, da menina com as maminhas penduradas, a Filipa Ruas.

Se querem votar em qualidade, talvez a Carla Pires, que quer Voar Alto. Se porventura a preferência for mais folclórica, então temos as Sete Saias com Embalo do Coração e os Homens da Luta, com a Luta é uma Alegria. Há naturalmente opções para vários gostos se bem que nestes casos esta é uma guerra de votos e não propriamente de qualidades e atributos.

Mas verdade se diga, estamos de acordo que o nível de qualidade está bem melhor que nas anteriores edições.

Toca a disparar!

 

- Rui Santos Sá

O Bitaites vai ter publicidade, pá

 

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O Bitaites é uma das boas referências da blogosfera nacional e quase dispensa apresentações.
Mesmo sem fazer parte do mais ou menos habitual painel de comentadores, confesso que acompanho com regularidade, que mais não seja pelas magníficas compilações musicais que disponibiliza e pelos fantásticos olhares sobre a astronomia, fascínio que partilho.


O autor, o Marco Santos, escreve de facto muito bem e sabe vestir as ideias com as palavras certas. Mais do que isso, tem um estilo próprio e peculiar, o que nem sempre é fácil. É exímio nos trocadilhos e nas analogias e sabe a receita da confecção de posts populares; usa os ingredientes qb e sabe usar o fermento na quantidade certa para empolar as questões. Religião, futebol, cinema, música, astrologia, etç, são temas que podem ser condimentados nas doses adequadas para gerarem as reacções necessárias ao sucesso de um artigo. Não esconde a sua formatação de esquerda, e daí resvalam algumas das polémicas mais populares derimidas no blog.


Todavia, para quem o acompanha com regularidade, acaba por conhecer os cantos à casa e às tantas é capaz, a meio da noite, completamente às escuras, descer à Cave ou subir ao sótão apenas de forma institiva e sabe onde há-de pôr os pés e não há degrau ou saliência que não se conheça. Por ser tão consistente, o Bitaites revela simultaneamente o seu código-fonte e um bom visitante / programador sabe com antecedência o resultado dos seus fluxogramas e daí alguma previsibilidade.


Serve esta analogia com o facto de o Bitaites anunciar que vai aderir à publicidade. Isto só por si não é novidade pois a publicidade em blogs é o que mais há e na maior parte é a sua razão de ser, a sua estrutura e onde o conteúdo é um mero revestimento. Um blog é apenas uma simples lua presa na gravidade do planeta Adsense ou outro. Alguns blogs, são ainda uma espécie de Saturno, poluídos com um denso anel de asteróides publicitários com origens manhosas, tornando a nevegação demasiado perigosa para qualquer frágil sonda.
Este anúncio do Bitaites apenas surpreende pela renitência com que o autor sempre encarou a possibilidade de integrar publicidade e daí travou batalhas e esgrimiu argumentos. Dessas lutas interiores resultou uma fórmula de donativo, não pedinchice, via PayPal e agora, finalmente, a publicidade.
É verdade que esta decisão está explicada e fundamentada e a coisa vai ser devidamente alinhada e assim esperamos uma publicidade asséptica, esterilizada de modo a que a coisa não seja uma peça de mobiliário estilo Luis XV descontextualizada numa sala minimalista.


Seja como for, mesmo sendo conhecedor da actual situação do autor, a verdade é que esta decisão era, afinal de contas, desde há muito esperada e previsível. Demasiado, até. As renitências, as lutas fraticidas entre os prós e os contras, não eram mais do que meros floreados e daí que, surpreendentemente sem surpresas, o Bitaites vai alinhar pela globalidade. E faz muito bem e em nada prejudicará o projecto. Para além do mais, é perfeitamente justo e natural que quem escreve e alimenta um espaço com qualidade, tire daí algum proveito legítimo e digno.

Afinal, a lei natural das coisas e eis-nos chegados ao rendez-vous que qualquer Zandiga há muito teria marcado.

 

- Rui Santos Sá

Presidenciais 2011

 

No próximo dia 23 de Janeiro, terão lugar as eleições Presidenciais 2011, das quais sairá o próximo presidente da república portuguesa para os próximos 5 anos.


Tal como em 2006, vou primar pela ausência. Tenho pena que não seja Verão para aproveitar uma tarde de sol e praia.
Mesmo assim, perante esta indiferença geral que me merece a classe política nacional, não deixo de registar algumas constatações:

 
- Apesar de José Coelho aparecer debaixo da capa do PND, são 5 candidatos ditos de esquerda contra um único candidato dito de centro-direita;
- Por conseguinte, temos uma luta desigual e desproporcional e Cavaco tem que se haver com todos e tem sabido mostrar que é algarvio e sabe dançar o corridinho;
- Todos os candidatos falam como se de cada um deles dependa o rumo e futuro do país, quando na realidade espera-lhes um papel de bibelot, de corta-fitas;
- Pelas campanhas, se em Portugal aterrar um marciano e ver e ouvir o tempo de antena, ficará com a sensação de que afinal Cavaco Silva é o responsável pela crise e pela má governação socialista que atola e afunda o país;
- De um presidente espera-se que o seja de todos os portugueses. Todavia, Manuel Alegre, partidariza e torna esta eleição ideológica e sectorial. Apela à mobilização da esquerda contra a direita. Logo, será sempre um presidente sectorial, radical, até. Vai mais longe e diz que será perigosa a concentração de poder numa área política (desde que não seja da esquerda, claro). Por este radicalismo, não estou a ver que mantenha a simpatia que colheu em 2006 mesmo contra o PS e contra Soares. Alegre vai tendo o apoio oficial do PS, e o envolvimento das figuras gradas da nação da rosa na campanha do poeta vai-se reforçar durante a última semana da campanha (espera-se Sócrates lá mais para o climax) porque apesar de tudo o sapo e a afronta de há 5 anos já foi engolido e quando muito apenas faltará deglutir umas pontas do bicho;
- Fernando Nobre, de todos aparentava ser o mais independente e o mais inovador, mas tem-se-lhe fugido o pé para o carreiro escorregadio do ataque despropositado, essencialmente contra Cavaco, denotando que também não consegue desmistificar que seja mais um candidato da esquerda caviar. Apesar disso penso que tem tido a melhor campanha em termos de tempo de antena em televisão;
- Defensor de Moura, é apenas a confirmação de que nunca o PS esteve tão dividido nas presidenciais. Apesar de tudo, louva-se a vontade do homem e não temos dúvida que com toda esta criançada a dirigir os destinos da nação o que nos falta é um pediatra;
- O Francisco Silva, é o típico candidato comunista: amorfo, sensaborão, formatado à moda antiga, um camarada cassete e que não faz mais do que ser ele próprio. Arrisca-se a ser o último classificado na corrida se bem que isso nunca seja lição para o comité;
- O José Coelho, faz a figura esperada, o do candidato que todos acham piada pelo ar cómico e caricato e que mesmo dizendo umas valentes verdades ninguérm leva a sério.  Na hora da verdade terá os votos dos familiares, vizinhos e pouco mais;
- Com estes dados e com uma chuvinha miúda  a molhar tolos, no mínimo 60% dos portugueses ficarão em casa a esperar pelo resultado do jogo depois do árbitro dar a apitadela de recolha aos balneários.
Com tudo isto, o que é que se pode esperar?

Para quem não conhece e para o tal marciano caso aterre por estes dias, fica aqui a lista da malta porreira que vai a votos:

 

- Rui Santos Sá

Portugal real

 

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Estamos mais velhos, com o emprego em baixa, com mais imigrantes, com natalidade a descer, a diminuir o abandono escolar, a aumentar os diplomados do superior, a pagar mais, a poupar menos, mais endividados, mais consumistas, a sofrer mais crimes contra pessoas e à espera de 2040 para ficarmos mais novos.

Este resumo, em letras garrafais, faz parte da capa do Jornal de Notícias, de edição de hoje. O resumo não supreende ninguém pelo que até é uma constatação ou verdade à La Palice.

Esta conclusão, tirando ali os descontextualizados "a diminuir o abandono escolar, a aumentar os diplomados do superior" (ambos a desaguarem no desemprego) até peca por optimista.
Passados que estão quase 4 décadas sobre a revolução do 25 de Abril de 1974, é este o retrato do nosso país.


Mas nem tudo é mau porque em contrapartida conseguimos grandes conquistas: O número de abortos aumentou, o número de divórcios aumentou, já temos legalizado o casamento gay, um homicida tem a garantia de que nunca apanhará mais do que 25 anos, quer limpe o sebo a 1, a 7 ou a 70, sejam velhos ou sejam criancinhas, o crime tem aumentado os postos de trabalho, a actividade criminal alargou-se e internacionalizou-se, e na Europa temos uma das maiores taxas de telemóveis per capita, etç, etç. Hip Hip Urrahh.

Ah, e temos o Twitter e o Facebook onde toda a gente é amiga e tem demonstrado que a lavoura tem aumentado exponencialmente e anda toda a malta de volta das quintinhas, dos porcos, das vacas, das galinhas, rosas e alfaces.

 

- Rui Santos Sá

Ensitele-rural – O impacto nas retretes socias

 

Caros amigos, permitam-me também que entre na dança do caso da Ensitel/redes sociais.
Sem me alongar, porque o essencial da minha opinião partilho-o genericamente de dois comentários à notícia no webmilionário (que abaixo transcrevo), sempre quero dizer que este caso, afigura-se-nos como irrelevante e sem importância alguma, porque gira em torna de uma questão comum e corriqueira no dia-a-dia das relações consumidor-vendedor-justiça. A sua relevância ou impacto na blogosfera, redes sociais e por arrasto a comunicação social, só resultou na medida em que alguém fez por fazer o trabalhinho de caso e empurrou encosta abaixo a bolinha de neve a ver no que tamanho que teria quando se esborrachasse no fundo do vale.


Quer se queira, quer não, temos uma certa blogosfera, dita de referência ou da 1ª divisão, que efectivamente tem algum poder de opinião e nas mãos as pontas de alguns cordelinhos que devidamente agitados vão chocalhar as latas nos sítios certos ou, por controlo-remoto, fazer rebolar as tais bolinhas de neve.
As redes sociais, para além da sua utilidade que só é devidamente aproveitada por uma escassa minoria, é terreno fértil e retrete fácil para defecar estas póias e deixar que as moscas, moscardos e verejeiras apareçam a fazer banzé do costume e a conspurcarem-se na imbecilidade quase geral.


Resumindo, acho que a pessoa envolvida na base da polémica, tem genericamente razão e a Ensitel ficou muito mal na fotografia, essencialmente na forma como lidou ou não lidou com a questão, mas sobretudo na absurda exigência de pedir o apagamento dos posts de opinião. Todavia,  acho também que no geral  a empresa tem sido alvo de um ataque, aproveitamento e empolamento desajustados, despropositados e até inaceitáveis.

Comentários insertos no webmilionário:

1 – Estas coisas chegam à Web quase à velocidade da luz e sem darmos por isso, ou sem sabermos por quê, entramos ou caímos de queixos no meio de algumas discussões e batalhazinhas, algumas com interesse porque têm em contexto assuntos que calham a todos, o caso da relação cliente/consumidor/fornecedor, mas quase sempre assuntos de caca, de palha ou guerras de alecrim e manjerona. Aliás, eu pecador me confesso, o Facebook e o Twitter são locais priveligiadfos para o exercício da banalidade opnde a estupidez e a idiotice são a regra.
Um pouco dentro desta base, acabei por me inteirar desta assunto despoletado pela Maria João no seu blog e por uma decisão em tribunal que não lhe foi favorável e em face disso a Ensitel a exigir que apagasse os posts que a dita Maria João lavrou em função da sua opinião.

2 – Assim de repente, creio que a Jonas tem razão e que ao fim e ao cabo se traduz num péssimo serviço que muitas empresas prestam no pós compra. Também o descrédito pela Justiça fica partilhado. Passou já um ano sobre uma queixa que fiz contra desconhecidos (mas com elementos que levariam à identifiação), por usurpação de conta de email e a partir dela de aproveitamento enganoso em algumas situações) mas continuio sem saber as consequências, que presumo serem nenhumas. Por outro lado, já fui cliente da Ensitel e fiquei com motivos para a riscar do mapa. Do mesmo modo, a exigência da Ensitel quanto ao delete das mensagens da Maria João, foi desajustada, inconcebível e mal medida.

3 – Seja como for, todo este borburinho, este rebentar da bolha, esta caganeira que se pretendia ser apenas um tímido peidinho,acaba por trazer à tona outra importante questão que é o capacidade da Web, com uma multidão quase anónima, catalizada ou acicatada por alguém ou “alguéns”, acaba por fazer uso do poder da razão e da emoção e quase sempre de forma irracional. Não surpreende assim que a Ensitel esteja com um problema de imagem em mãos, e que continua a defender-se mal do ataque de tomates e ovos-podres, mas também é verdade que há por aqui muita má intenção, especulação e exagero.

4 – A Maria João, porque até tem uns amigos porreiros noutros blogs e estes porque até simpatizam com a Maria João e com ela e a sua causa gostam de ser simpáticos (justa, diga-se), acabaram por empolar e agitar as águas e nessa tarefa quem anda por alguns blogs de referência sabe que há mestres nessa culinária das palavras.
Por tudo isso, no caso concreto da repercurssão do caso empolado e abadalhocado aqui no Facebbok, o que a Ensitel teria ou terá que fazer, é mandar todos à merda, eu incluido, e a coisa, como todas as cagadas, acabará por passar à História.
Esta é assim uma questão tratada de forma extremada de parte a parte e o Facebook é porventura o local menos adequado ao seu tratamento com elevação. Será como pretender-se montar um laboratório de análises clínicas dentro de uma pocilga.

Nota: Durante a manhã expressei esta opinião na página da EWnsitel no Facebook, mas pelo limite de 1000 caracteres, parece que se perdeu o fio-à-meada.
Nem de propósito, o assunto mereceu destaque no Jornal da Tarde da RTP, com a Jonas a ter direito a entrevista.
Penso que mais do que o interesse do assunto, que diga-se, é corriqueiro e habitual, este bola-de-neve resulta apenas da influência que alguma certa blogosfera e certos bloggers têm.

Zé Costa
29 December, 2010 at 2:14 pm

 

casos em que as reclamações “correram bem” (ou seja, os problemas foram solucionados) há muitos, seja com a Nokia, LG, etc etc e decerto até com a Ensitel. O problema é que podem solucionar 1000 problemas em 5 minutos que ninguém vem dizer bem da empresa.
Basta não solucionar uma para que caia o carmo e a trindade. Como te correu bem com a Nokia, aposto que em 5 minutos encontro na net dezenas de relatos de pessoas a quem uma reclamação correu mal.

Jorge Vieira

29 December, 2010 at 2:38 pm

 

- Rui Santos Sá

Interessante…para o reveillon

 

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Londes - Cientistas defendem que torradas com mel é a combinação ideal para combater a ressaca.

Foi a Royal Society of Chemistry que divulgou o estudo onde desvenda a receita implacável para curar ressacas: torradas com mel. Segundo os cientistas, a frutose do mel é uma grande ajuda no processo de desintoxicação. A explicação é o facto de o mel ser rico em potássio e sódio, que ajudam a combater o acetaldeído, substância tóxica produzida pela absorção do álcool pelo corpo.

À medida que o acetaldeído é substituído por outras substâncias menos tóxicas, como as que se encontram no mel, o efeito desagradável da ressaca vai-se desaparecendo. Outra dica para minimizar a ressaca é alternar a ingestão de bebidas alcoólicas com copos de água, uma vez que o álcool causa desidratação, factor que acelera uma ressaca.

No entanto os investigadores da Royal Society of Chemistry vão ainda mais longe. Se preferir prevenir os efeitos do excesso de álcool, basta beber um copo de leite antes da bebida alcoólica. Uma vez que o leite diminui a absorção do álcool, o corpo terá menos quantidade de acetaldeído.

(c) PNN Portuguese News Network

fonte: Jornal Digital

 

- Joana Paiva

Então, tchau…. (Nem Mourinho faria melhor)

 

Cães amestrados

Triste e dormente vai um país em que um filho de uma puta sifilítica que trabalha para uma estação de televisão pejada de filhos da puta faz, no final de um jogo transmitido por esse bordel cheio de ratazanas que é a TVI, uma flash interview ao treinador do maior e mais digno clube português em termos ofensivos e acaba a noite com os dentes todos e com a capacidade de se locomover por meios próprios. É só isto.

Adenda

Nem de propósito, uma das prostitutas de maior saída no bordel, aquela ovelha do Luís Sobral, já veio vender escancarar as pernas outra vez no MaisFutebol, outro dos prostíbulos do Grupo, e defender a outra puta (que dá pelo nome artístico de Hugo Cadete). Pelo menos é gente com sentido corporativo.

[ fonte ]

 

De facto, honra lhes seja feita, passe a contundência D´Arcyana, há pessoas que têm o dom e a capacidade de responder “à altura” das “situações”, de forma “curta e grossa”, resumindo de modo objectivo o que a muitos daria para uma detalhada tese de mestrado ou doutoramento com mais ou menos caralhadas politicamente correctas.

Neste caso, não se trata ninguém por doutor, mas as coisas são postas a nú e descobertas as carecas de um certo jornalismo de “faz de conta” onde ardinas e moços de recados fazem fretes disfarçados de jornalistas no uso de uma prepotênciazinha inquisitória do “aqui quem faz as perguntas sou eu” que se esfuma como uma frágil bola de sabão com um sopro na forma de “…Então tachu!”

Nem Mourinho faria melhor.

 

- Rui Santos Sá

As vantagens de um Codepits

 

Neste mundo, regido pelas leis da física e por outras mais terrenas, tudo é relativo e subjectivo. Na boleia deste pensamento, os geeks da nossa praça anseiam pela chegada do CODEBITS como um noivo pelo fim das formalidades e dos protocolos para se enfiar  no quarto com a recém-esposa. No fundo, vai dar ao mesmo pois aquilo acaba por se tornar numa espécie de copo-de-água onde se come mais do que pode e deve e onde há mais olhos que barriga.


Será mais uma espécie de encontros de motards no Verão, em Faro, só que aqui as motos são os Vaios e os Macs e não há direito a t´shirt molhada. A ter em conta o que alguns amigos frequentadores contam, aquilo será pouco mais, mas a coisa deve ser importante pois até tem um sítio oficial todo em inglês.


Jà para o Zé da Esquina de Salvaterra de Magos ou para o Manel de Vinhais, a coisa tem menos importância do que um tintol a saber a rolha.
No nosso caso, que nem somos geeks nem o Zé da Esquina, se calhar o que se espera de forma mais terra-a-terra da Sapo, mais do que essas reuniões para Geeks que se conhecem todos como numa roda de amigos das cervejolas, um pretexto para verem, serem vistos e comentados na blogosfera, é que cumpra os serviços contratados. No nosso caso, já vai a caminho de duas semanas sem linha, com um sinal ADSL reles, com muitas dificuldades de ligação e, por sorte, quando liga, com quebras constantes a arreliadoras.

Aos contactos via email a reportar o estado da coisa, o silêncio é a resposta e no telefone é a música. Bem sabemos que para além das péssimas condições da linha, que inclusive não permitem disponibilizar a velocidade contratada, o agravamento decorre de problemas causados por trovoadas, mas é deveras irritante esta ineficácia tanto na resolução como no atendimento e respectivo esclarecimento.


Por tudo isso, seria bom que a Sapo promovesse um Codepits para os consumidores se reunirem num ambiente interessante e com acessoria de meninas com maçãs para no final exprimirem as suas novidades e sugestões, não em código mas em livro de reclamações.

Zé Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira deixam o jornal A Bola – Um caso de lápis azul

 

 

A imprensa desportiva da nossa praça, mais concretamente os três jornais de tiragem diárias, há muito que deixaram de ser exercícios plenos de um jornalismo ético e independente e, ao contrário, transformaram-se em pasquins de verdadeiros exercícios que envergonham a génese e fundamentos do JORNALISMO, onde o clubismo e serventilismo há muito que deixaram de ser disfarçados. Tornaram-se numa espécie de “Os três estarolas”.

Sempre olhei com desconfiança esses produtos "confeccionados" sabe-se lá com que mãos e com que higiene. A famosa "escuta" onde um certo Teles telefona para o cozinheiro-mor Pinto a perguntar se o estufado de pato estava em conformidade com as regras do que a casa gastava", foi mais do que suficiente para ver como são confeccionados certos Jogos. Se dúvidas houvesse, foi assim uma espécie de oficialização pública do estatuto de um jornal diligente que vive de e para um clube, uma espécie de “voz do dono”.


Neste triunvirato de fraquinho jornalismo, o jornal A Bola, apesar de ser conotado com o S.L. Benfica, eventualmente por quem pretendia legitimar e equilibrar o acerrado clubismo da concorrência editorial, ainda mantinha alguma equidistância, se calhar em memória de um passado que fez do título uma referência de jornalismo composto por jornalistas Homens e homens Jornalistas. Infelizmente, parece ter perdido definitivamente essa centelha de dignidade patrimonial e juntou-se à carneirada da concorrência num nivelamento por baixo. O último episódio, de que nos fala esta notícia, é sintomático e só reforça a falta de higiene que grassa em certas cozinhas, com a agravante de por ali não entrar a ASAE. Palavras para quê? Será necessário telefonar ao cozinheiro-mor?

 

- Rui Santos Sá

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