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Domínio Público – 1000 livros em PDF

 

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No sítio CulturaGeral estão disponíveis os links para o download em formato PDF de um milhar de livros disponibilizados na Biblioteca Domínio Público – Brasil.

Aqui fica uma ínfima parte da lista:

    1. A Divina Comédia - Dante Alighieri
    2. A Comédia dos Erros - William Shakespeare
    3. Poemas de Fernando Pessoa - Fernando Pessoa
    4. Dom Casmurro - Machado de Assis
    5. Cancioneiro - Fernando Pessoa
    6. Romeu e Julieta - William Shakespeare
    7. A Cartomante - Machado de Assis
    8. Mensagem - Fernando Pessoa
    9. A Carteira - Machado de Assis
    10. A Megera Domada - William Shakespeare

 

Fonte: CulturaGeral

Instituto Camões – Bibiloteca Digital

 

 

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No sítio doCVC – Centro Virtual Camões -  Instituto Camões, Cenestá disponível uma extensa biblioteca digital de muitos livros divididos em vários categorias, que podem ser descarregados no formato PDF e outros que podem ser visualizados no sítio,  bem como ainda específicos para dispositivos móveis.

Interessante.

 

http://cvc.instituto-camoes.pt/index.php

VirtualBooks – Toneladas de livros à borlix

 

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O Virtual Books Online é um excelente espaço onde para além de tudo disponibiliza “toneladas” de livros grátis em formato PDF. Há-os em português, inglês, francês, espanhol, italiano e alemão. Os livros estão dispostos em categorias, como

Auto-Ajuda        
Contos       
Crônica        
Diário
Ensaios    
Esotérico    
Espiritismo    
Exposição
Ficção Científica    
Filosofia    
Humor    
Novela
Paródia    
Poesia    
Relatos    
Reportagem
Romances    
Teatro

Alguns títulos em português:

AS CASADAS SOLTEIRAS Martins Pena
A Ilha do Tesouro Robert Louis Stevenson
A Aia Eça de Queirós
A Alma do Lázaro José de Alencar
A ALMA ENCANTADORA DAS RUAS João do Rio
A Árvore Que Queria Voar Roberto Schima
A Barba do Diabo Anônimo
A Capital Federal Artur de Azevedo
A Carne Júlio Ribeiro
A Carta Pero Vaz de Caminha
A Cartomante Machado de Assis
A Casadinha de Fresco Artur de Azevedo
A Chave Machado de Assis
A Cidade e as Serras Eça de Queirós
A Condessa Vésper Aluísio Azevedo
A Confissão De Lúcio Mário de Sá Carneiro
A Conquista Coelho Netto
A Cozinha da Bruxinha Anne Glauce Freire

[Link]

Marco Dias

Afinal o verdadeiro Google é um monstro

 

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Afinal o Google é um monstro e bem antigo. Deu até lugar ao livro The Google Book, escrito em 1913 por Vincent Cartwright Vickers.

Não seria este monstro e este livro a verdadeira inspiração da actual e toda poderosa Google?

 

- Daniela Souto

Quem foi que disse que tínhamos o direito à indignação?

 

 

“ Opinião:

Comecei a ler este livro ontem de manhã e acabei hoje de manhã.

Não é um romance, nem o relato de uma investigação, muito menos é um policial. É sim, um grito de indignação de alguém que se sente injustiçado, amordaçado, privado da sua liberdade sem estar preso, porque pior que a prisão física é a prisão que restringe, ou pretende restrigir a liberdade de pensamento e de expressão.

O livro de Gonçalo Amaral, "Maddie - A Verdade da Mentira" foi proibido e consequentemente retirado de venda, na sequência de uma providência cautelar aceite por um Tribunal português. Logo na altura divulguei aqui a notícia e manifestei a minha indignação.

Neste novo livro, Gonçalo Amaral manifesta o seu sentimento de injustiça e sente-se, ao longo das páginas, a sua profunda desilusão com os princípios que defendeu e com a instituição que representou em quase três décadas. É triste, mas é bem verdade. “

 

fonte e resto da opinião: Conta-me histórias

 

- Luis Gama

A moda dos vampiros e outros quejandos

 

Isto de filmes e de livros é coisa de modas. Noutros tempos eram os estilos, as escolas e as correntes. Agora é mesmo uma questão de modas e imperativos consumistas. De repente, depois da temática gótica e de conspirações medievais militares e religiosas, a que não foi alheio o título “O Código Da Vinci”, do fabricante de literatura, Dan Brown e Harry Potter, da fabricante  inglesa J.K. Rowling, que encheu prateleiras e escaparates, de repente a moda vira-se para um tema já com barbas, como é o caso dos vampiros e vampirismo. Por isso não admira que o cinema e a TV, mesmo a nossa, apostem no filão e o mesmo suceda com os fabricantes de leitura. É claro que pelo meio outras modas ganharam espaço como os temas de auto-confiança, auto-estima, auto-controlo, etc, como o livro “O Segredo”, de Rhonda Byrne.

Seja como for, sempre que um tema e um livro atingem o sucesso, segue-se uma miríade de variações, mais ou menos copiadas, mais ou menos recalcadas, mais ou menos mais do mesmo.

É assim o nosso mercado de entretenimento audio-visual: De modas mas com poucos modos.

Para desenjoar, nada como ler uma boa cowboyada à moda antiga ou até mesmo uma clássica Vampirela ou até uma Lucifera.

 

 

- Anabela Pereira

Saramago - O exercício da banalidade

 

jose saramago saramago teknomatika

O que me espanta não é o ateísmo militante de Saramago, uma ateísmo que roça o proselitismo. É um direito seu exactamente igual ao dos crentes  militantes e proselitistas. O que me acaba sempre por desapontar é a banalidade dos ataques à religião, a incompreensão do fenómeno e das raízes racionais que estão presentes na ideia de Deus. Compreender a religião e a ideia de Deus não implica acreditar ou não nelas, mas tentar uma aproximação racional ao fenómeno religioso. O que está muito longe de acontecer com Saramago, como se prova por isto: «O Corão, que foi escrito só em 30 anos, é a mesma coisa. Imaginar que o Corão e a Bíblia são de inspiração divina? Francamente! Como? Que canal de comunicação tinham Maomé ou os redactores da Bíblia com Deus, que lhes dizia ao ouvido o que deviam escrever? É absurdo. Nós somos manipulados e enganados desde que nascemos!» Isto está ao nível das crises religiosas da adolescência.

fonte: A ver o mundo

Concordo no geral com esta opinião.  Já o disse aqui, que não gosto particularmente da escrita de Saramago, embora reconheça a sua importância no contexto da literatura portuguesa. Todavia, Saramago é recorrente neste tipo de recalcamentos e confrontos com a religião e de modo especial contra a igreja católica. Mas, aparte o respeito que as suas opiniões merecem, parece que Saramago continua a precisar destes confrontos e da polémica que eles geram para o sucesso de grande parte dos seus livros. À falta de melhor, o exilado de Lanzarote pega em temas da religião, cometendo o mesmo pecado da tentação de inúmeros autores ligados às artes. A religião, pela importância intrínseca para milhões de pessoas, é sempre um tema forte e fácil de pegar. Saramago é assim uma espécie de Dan Brown no seu pior.

Saramago, na sua entrevista ao público, apresenta novamente um chorrilho de banalidades. É claro que a Bíblia tem a importância que tem e não é o facto de ser considerada sagrada ou de inspiração divina que molda a concepção de quem é religioso e vive a religião. A Bíblia, apesar do significado que comporta, é, porventura, a parte menos importante e significativa da religião, nomeadamente na católica, já que assenta sobretudo no novo testamento e nos ensinamentos baseados no amor e respeito ao próximo. Daí que se compreenda que Saramago diga que espera uma maior contestação por parte dos Judeus.

Por conseguinte, as questões e as dúvidas que Saramago lança, são legítimas mas banais e próprias de um puto adolescente confrontado com a chatice de ser obrigado a ir à missa. Eu tive essas dúvidas, ou até certezas, aos 14 ou 15 anos. Saramago expressou-as agora, quase aos 90 anos. Eu, porém, continuo a ter necessidade de uma religião e continuo a ter dúvidas e quanto mais dúvidas tenho mais necessidade sinto, mas essa é uma batalha minha, pessoal. A luta do José da Azinhaga é pessoal mas colectiva e militante ou não estivesse toda a sua obra impregnada desta sua ideologia e da visão ingénua que consegue vislumbrar na Bíblia. Não conseguiu compreender que os textos bíblicos reflectem apenas a crueldade do mundo e da luta constante do bem contra o mal. Considerá-la um manual de maus costumes é tão ligeiro como considerar a sua obra literatura de cordel.

Afinal a religião é isso mesmo, o acreditar no impossível, no inatingível e que implica uma fé que não se explica nem se compreende. Se a religião, qualquer uma delas, fosse assim, tão palpável, tão lógica e tão à medida das conclusões banais de Saramago, e se a Bíblia ou o Corão fossem uma espécie de Código Civil ou Código Penal, certamente que seria uma coisa demasiado terrena para ser considerada. A necessidade do Homem para com a espiritualidade, para com o divino e o transcendente, remonta aos primeiros períodos da sua História e sempre se expressou de diferentes formas e por diferentes caminhos.  É pois, uma necessidade ou uma dependência que acompanhará sempre os nossos dias. Mas, Saramago, mesmo próximo do final lógico dos seus dias, ainda não compreendeu isso e continua a insistir nas suas banalidades para com a religião como se esse fosse o seu grande combate. Saramago é assim uma espécie de adepto portista, carregado de troféus e êxitos mas com uma necessidade doentia de fazer desacreditar o Benfica e os seus adeptos, porque, no fundo, continua a temer a sua grandiosidade.

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